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Maior banco de investimentos da América Latina oferece fundos de bitcoin para você investir com aporte mínimo de R$ 1; produto permite mais segurança e facilidade na hora de investir na moeda
O bitcoin está há cerca de um mês testando os US$ 40 mil, após bater a máxima histórica de US$ 65 mil em meados de abril. Apesar de a moeda registrar alta de 285% nos últimos 12 meses, ela caiu cerca de 18% em 30 dias.
A situação foi estimulada por alguns ruídos: a China proibiu a transação de criptomoedas no país e Elon Musk anunciou que a Tesla não aceitaria mais bitcoin no pagamento dos carros. Mas afinal, diante da queda dos últimos meses, ainda vale a pena investir no bitcoin?
Em primeiro lugar, vale deixar claro que a Tesla é fichinha para a criptomoeda. O sócio do BTG e responsável pela área de Digital Assets, André Portilho, diz também que as notícias negativas são ruídos que não passam de estresses de mercado. Basta pensar na prática: a quantidade de bitcoin que a Tesla ganharia na venda de carros seria pequena ao se comparar com o total de bitcoin disponível no mercado.
Além disso, esta não é a primeira vez que o bitcoin tem quedas expressivas no curto prazo. É da natureza do ativo a volatilidade, mas, no longo prazo, analistas do BTG digital, maior banco de investimentos da América Latina, avaliam que há fundamentos para o ativo ganhar fôlego e voltar a subir.
Segundo o especialista em criptoativos da instituição, Nicholas Sacchi, estamos num bom momento de entrada no bitcoin. Ele enxerga um ciclo de alta no ativo devido à escassez e alta demanda.
“Já sabemos de antemão que vão existir apenas 21 milhões de unidades desse ativo na história. Não tem como mudar isso, [está previsto no código dele]. Fora isso, a emissão do bitcoin replica o padrão da emissão de uma commodity, um metal precioso, que quanto mais você extrai, mais difícil é de se obter”, explica.
O BTG digital avalia também que o fato de o bitcoin estar sendo comprado por investidores institucionais (bancos, empresas de tecnologia, fundos de investimentos etc) traz fundamentos para as cotações da criptomoeda voltar a subir.
Além do próprio BTG, que tem fundos de bitcoin com aporte inicial mínimo de R$ 1 (conheça aqui), a Visa, Fidelity Digital Assets, MicroStrategy, Mastercard, PayPal, o fundo do bilionário e renomado investidor Paul Tudor Jones e outros tubarões do mercado já investem no ativo, seja por meio de produtos financeiros ou aplicando bilhões de dólares na moeda.
“O mercado endereçável para o bitcoin está muito além do seu valor de mercado atual, mesmo a preços atuais, representando uma oportunidade assimétrica de ganhos”, afirmam os especialistas do BTG digital. E não é para menos: não é o capital de varejo que sustenta o valor do ativo, mas, sim, os aportes milionários dos investidores institucionais - que seguem confiantes no ativo.
No nosso Instagram trazemos também uma análise de longo prazo sobre o bitcoin, um outro motivo que indica a oportunidade de compra da cripto no momento:
O próprio Ray Dalio - gestor de um dos fundos mais rentáveis do mundo - já afirmou que o bitcoin pode ter um futuro promissor. Em matéria publicada recentemente na Bloomberg, Dalio disse ainda preferir a compra do bitcoin aos bonds, que são títulos de crédito dos EUA.
Se até Ray Dalio, uma das maiores lendas dos mercados no mundo, já reconhece a criptomoeda. Por que você deixaria de investir, que seja, R$ 1 nessa oportunidade? É irracional ficar de fora.
André Portilho explica também que as restrições da China em relação às criptomoedas já ocorriam desde 2017.
O que nas últimas semanas foi uma reiteração dessas limitações para coibir o movimento especulativo de criptoativos no país. “O governo chinês não gosta de perder o controle… e quando vê que está perdendo dá uma ‘apertada’. Isso acontece lá com todos os ativos. Não é exclusividade das criptomoedas”, diz o analista.
Assim, enquanto investidores comuns e amadores vendem ou ficam avesso à criptomoeda diante das oscilações de curto prazo, os tubarões do mercado mexem os pauzinhos para comprar bitcoin barato. A empresa de tecnologia MicroStrategy, por exemplo, comprou US$ 10 milhões de bitcoin.
Além disso, gigantes do mercado global seguem interessados em se lançar à criptomoeda. A CEO da General Motors (GM), Mary Barra, disse em entrevista ao canal americano CNBC nesta quarta-feira (16) que “nada impede a empresa a aceitar o bitcoin”. O próprio Elon Musk, que é o protagonista nas recentes quedas da moeda, já disse que o ativo segue sendo uma boa ideia e a sua montadora de carros, Tesla, pode voltar a aceitar a cripto.
“Se você não ficar rico em 10 anos, a culpa é sua”. Essa foi a fala do americano Erik Finman, de 21 anos, sobre o futuro de qualquer investidor do mundo diante da escalada das criptomoedas. Ele investiu US$ 1 mil em bitcoin quando tinha 12 anos e hoje tem US$ 4,5 milhões, após uma escalada de 450.000%.
Embora tenha ficado milionário, Finman afirma há anos que o bitcoin segue com um potencial de valorização expressivo. E ele não errou até agora: só neste ano já foram cerca de 60% de valorização em reais. Enquanto isso, muitas pessoas - e talvez você, seu amigo ou familiar - seguem perdendo tempo e aumentando as chances de se arrependerem daqui em diante (clique aqui para investir no bitcoin pelo BTG digital, o melhor banco para você investir em bitcoin com estabilidade, segurança e sem burocracias).
Claro que lucro passado não é garantia de ganho futuro. E se você ainda não se convenceu, os analistas do BTG Digital têm mais uma informação para mostrar a você a importância de aplicar no ativo, sem se nortear pelas falas de Elon Musk, as decisões da China ou outros ruídos. Vamos lá:
A “impressão” de moedas nacionais pelos bancos centrais mundo afora é um dos principais motivos para investidores alocarem parte do patrimônio em moedas descentralizadas - ou seja, que não dependem de governos - como o bitcoin.
Segundo o banco, o volume de dinheiro injetado nas economias nos últimos anos, sobretudo com a crise econômica causada pela pandemia, pode ter consequências drásticas para nossas vidas. Além disso, afirmam que uma grande inflação pode vir pela frente, reduzindo o poder de compra das moedas tradicionais.
“O dinheiro impresso não encontra precedentes na história. Estamos falando de um montante que ultrapassa a casa dos trilhões de dólares”, afirma. “Um aumento significativo do volume de dinheiro em circulação somado a uma capacidade produtiva inalterada resulta em um movimento generalizado de aumento dos preços. Ou melhor, de perda do poder de compra por desvalorização das moedas”, completa.
O BTG digital tem para você dois produtos para você surfar no potencial de alta da moeda:
Eduardo Miquelotti, business manager do BTG Pactual Asset Management, afirma que investir por esses fundos traz vantagens interessantes para o investidor pessoa física.
Para comprar bitcoin do jeito tradicional, por uma exchange - corretora de criptoativos (exchanges) -, você precisa criar uma wallet para dar mais segurança à moeda, a transferência de dinheiro para a instituição pode demorar e passar por instabilidade caso a demanda por depósitos esteja alta e você ainda precisa pagar altas taxas para sacar o lucro.
Pelos fundos do BTG Pactual digital você investe com a custódia do maior banco de investimentos da América Latina - o que traz mais segurança -, com um só clique, sem precisar passar por burocracias e a administradora do fundo ainda faz o recolhimento do Imposto de Renda para o cotista.
Além disso, você contará com a gestão de uma equipe de especialistas que se consagrou como a melhor do país nos últimos três anos. O time foi eleito o melhor da América Latina em 2018 e 2019 pelo Institutional Investor. E, em 2020, foi a vez da Apimec eleger o BTG como a melhor casa de análise de valores mobiliários
Para saber mais detalhes sobre o fundo e ter acesso a uma das gestões mais qualificadas do mundo você pode clicar aqui.