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gestoras ambiciosas

Pátria e Vinci miram internacionalização com IPOs

Gestoras entraram com pedidos para realizar ofertas nos Estados Unidos, sem informações sobre quanto pretendem captar

Nasdaq
Imagem: Shutterstock

As gestoras de ativos brasileiras Pátria e Vinci Partners abrirão capital na bolsa norte-americana Nasdaq como um passo para a busca de internacionalização de suas operações.

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No caso da Pátria Investimentos, a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) poderá avaliar a gestora entre US$ 1 bilhão e US$ 1,6 bilhão, segundo estimativa do banco BTG Pactual, em relatório enviado a clientes. Cada oferta deverá movimentar até US$ 100 milhões, conforme os prospectos do IPOs.

As gestoras já fizeram o pedido para realizarem as ofertas nos Estados Unidos à Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de lá. Os documentos das ofertas ainda não abrem detalhes sobre a operação, como o número de ações que serão vendidas.

[captacao]

No Pátria, a Blackstone Group, listada na Nasdaq, possui uma fatia de 40%. Dos recursos que irão para o caixa com o sucesso da oferta, a gestora mira investir em seus próprios fundos e expansão de operações por meio da compra de gestoras, carteiras e canais de distribuição.

A Vinci, por sua vez, poderá utilizar os recursos a serem captados na oferta em "oportunidades de aquisições que reforçam sua estratégia e posicionamento de mercado".

Ambas ofertas ocorrem em um momento de grande procura de investidores, em todo o mundo, por ativos de mais rentabilidade e por mais diversificação, algo que se tornou mais difícil com o mundo vivendo um cenário de juros negativos.

O BTG, no relatório, afirma que há "muito espaço para investimentos crescerem no Brasil e com mais dinheiro indo para gestoras independentes, tal como o Pátria". Procurados, Pátria e Vinci não comentaram.

* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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