🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Exigentes no negócio

Tem empresa com aquisição todo mês, nós escolhemos a dedo, garante diretor do Mercado Livre

O diretor de Novos Negócios do Mercado Livre diz que as compras feitas pela empresa não tem a ver com os M&As (fusões e aquisições) “da moda”, mas são movimentos pontuais

Estadão Conteúdo
25 de agosto de 2021
19:54
Caixas do Mercado Livre (MELI34) num centro de distribuição. A empresa concorre com Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) no mercado de e-commerce do país
Imagem: Reprodução Instagram

O Mercado Livre anunciou na noite de terça-feira (24) a compra da Kangu, empresa de tecnologia que conecta comércios físicos à plataforma de marketplace (shopping virtual) para operarem como ponto de envio e coleta de produtos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor de Novos Negócios do Mercado Livre, Renato Pereira, diz que as compras feitas pela empresa não tem a ver com os M&As (fusões e aquisições) estarem na moda, mas são movimentos pontuais. “Tem players (empresas) fazendo aquisição todo mês, a gente escolhe a dedo as aquisições que faz”, diz.

Na cobiçada categoria de supermercados, ele afirma que o Mercado Livre ainda não achou a combinação perfeita para uma aquisição. “O par perfeito não apareceu ainda e talvez não dê tempo de aparecer, já teremos construído sozinhos”, afirma.

A Kangu já era parceira do Mercado Livre antes da compra. Segundo Pereira, a transação seguiu um “ciclo perfeito”: começou com uma parceria, depois com uma participação minoritária e, agora, com a compra total - o valor da transação não foi divulgado.

Ele pontua que essa ordem não é regra e que nem toda parceria tem um tese de aquisição por trás. No entanto, afirma que dificilmente o Mercado Livre faz aquisições repentinas, sem já se relacionar com a outra companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As parcerias mais recentes da empresa foram com a Disney, com descontos na assinatura do streaming, com a Arezzo, para distribuição de uma marca de calçados e com o Pão de Açúcar, para venda online de itens de supermercado.

Leia Também

A Kangu tem cadastrados 5 mil pontos físicos de envio e entrega de produtos. Mais da metade deles está no Brasil. O plano é, mais à frente, poder transformar esses parceiros logísticos em aliados do braço financeiro da companhia: o Mercado Pago. A ideia é poder usá-los inclusive como locais de depósito e saque de dinheiro por meio da conta virtual. Leia a seguir a entrevista com Pereira:

O Mercado Livre tem a característica de crescer mais organicamente. O grupo quis se posicionar no mercado aquecido de fusões e aquisições (M&As)?

Somos uma empresa que, por cultura, tende mais a construir negócios do que a comprá-los. Em 22 anos de empresa tem sido assim. Tem de haver o casamento de muitos fatores para decidirmos fazer aquisição. Tem de ser uma empresa que vá agregar valor imediatamente, que tenha ‘feat’ (alinhamento) cultural e que se destaque na parte de tecnologia. A gente não compra tijolo. A gente compra tecnologia. Muitas vezes, é uma questão de timing também. Algumas empresas poderiam ser até interessantes de adquirir, mas o tempo passou e a gente já construiu.

O Mercado Livre não compra tijolo, mas comprou uma empresa que tem como fortaleza os pontos físicos?

A Kangoo não tem tijolo. Ela conecta lojas de bairro. Ela não tem lojas, não tem investimento para ter pontos físicos, ela usa pontos físicos que já existem e estão próximos a locais com demanda por pacotes e/ou próximas aos clientes. Podemos oferecer outros serviços do Mercado Livre por meio desses pontos, como o Mercado Pago, mas isso é mais para frente. Podemos ter pontos para as pessoas depositarem ou sacarem dinheiro. Tem uma série de possibilidades que podem se abrir, mas é bem mais para frente. Os próximos passos agora são de expansão logística.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Mercado Livre concluiu que no Brasil é necessário ter pontos físicos para fazer logística? A concorrência fez isso antes, com lojas próprias.

Tem uma diferença importante: o nosso modelo não tem custo fixo, por isso, é mais escalável. Se olharmos para redes com lojas físicas, nenhuma delas tem mais de 1.000 pontos físicos. Alguns têm essa quantidade de lojas, mas apenas uma fração é usada para coleta e entrega. A Kangu, conosco, em um ano e meio saiu de zero para 5 mil pontos

Vocês disseram não querer os Correios e estão mostrando um caminho diferente do que o de “adquirir tijolos”, é isso?

Exatamente. É questão de timing também. Houve um tempo em que 90% dos nossos pacotes passavam pelos Correios. Hoje, menos de 10% passam. Encontramos um outro caminho, mais eficiente. A Kangu é um desses caminhos.

Lá atrás faria sentido?

Difícil dizer, mas poderia ter alguma chance.

A Kangu começou como uma parceria e depois foi adquirida. Pode-se esperar mais situações do tipo?

A Kangu foi o ciclo perfeito das três coisas que a gente faz: começou com parceria e ela se destacou entre as demais; fizemos um acordo comercial mais profundo que nos permitiria ser sócios da Kangu, com investimento minoritário; depois, tomamos a decisão de aquisição de 100%. Tem casos em que pode acontecer um M&A direto, tem casos que pode acontecer só parceria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas vocês namoram as empresas, não compram repentinamente, certo?

É muito difícil fazermos negócio do nada. Fica um pouco essa pista, mas nas empresas com as quais fazemos parcerias, não necessariamente temos tese de aquisição.

Supermercado é um espaço que todas as varejistas de comércio eletrônico do País tentam ocupar. Vocês fariam algum movimento nesse sentido para ter algo próprio?

Estamos construindo as nossas soluções, se no meio do caminho encontramos um par perfeito, sempre estamos abertos, mas não apareceu ainda e, talvez, não dê tempo de aparecer, a gente já vai ter construído sozinho. Estamos sempre abertos e olhando, nessa e em outras frentes nas quais a empresa cresce.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar