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Leia os principais destaque da edição desta semana

O Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC), trouxe novas perspectivas do mercado para a economia brasileira. Na semana do Copom, que se inicia nesta terça-feira (4), os economistas esperam um aumento do IPCA, o medidor oficial da inflação. O índice deve ficar em 5,04%, um aumento de 0,23 pontos percentuais em relação às estimativas de um mês atrás.
Mesmo assim, a perspectiva é de que a Selic encerre 2021 em 5,50%. A taxa básica de juros costuma ser usada para controlar a inflação, diminuindo para estimular o crédito e aumentando para conter o avanço de preços. A moeda americana também deve fechar o ano em R$ 5,40.
Confira esses e outros destaques do Boletim Focus desta semana:
Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA, o índice oficial de preços, em 2021. O Boletim Focus mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de alta de 5,01% para 5,04%. Há um mês, estava em 4,81%.
A projeção para o índice em 2022 foi de 3,60% para 3,61%. Quatro semanas atrás, estava em 3,52%.
O relatório trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa permaneceu em 3,25%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% para ambos os casos.
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A projeção dos economistas para a inflação está acima do centro da meta de 2021, de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%).
A projeção mediana para o IPCA de 2021 atualizada com base nos últimos 5 dias úteis passou de 5,04% para 5,10%, conforme o Relatório de Mercado Focus. Houve 85 respostas para esta projeção no período. Há um mês, o percentual calculado estava em 4,86%.
No caso de 2022, a projeção do IPCA dos últimos 5 dias úteis foi de 3,61% para 3,69%. Há um mês, estava em 3,61%. A atualização no Focus foi feita por 82 instituições.
Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA em abril de 2021, de alta de 0,38% para 0,32%. Um mês antes, o percentual projetado era de 0,46%.
Para maio, a projeção no Focus foi de alta de 0,36% para 0,40% e, para junho, passou de alta de 0,27% para 0,31%. Há um mês, os porcentuais indicavam elevações de 0,28% e 0,25%, nesta ordem.
No Focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de alta de 4,01% para 4,04% de uma semana para outra há um mês, estava em 3,97%.
Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2021. A mediana das previsões para a Selic neste ano seguiu em 5,50% ao ano. Há um mês, estava em 5,00%.
No caso de 2022, a projeção foi de 6,13% para 6,25% ao ano, ante 6,00% de um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,50%, valor igual ao de quatro semanas atrás. Para 2024, permaneceu em 6,50%, ante 6,25% de um mês atrás.
O Relatório de Mercado Focus mostrou manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2021. A mediana das expectativas para o câmbio no fim do período seguiu em R$ 5,40, ante R$ 5,35 de um mês atrás.
Para 2022, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,40, ante R$ 5,25 de quatro pesquisas atrás.
A projeção anual de câmbio publicada no Focus passou a ser calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano. A mudança foi anunciada em janeiro pelo Banco Central. Com isso, a autarquia espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Conforme o relatório, a expectativa para a economia este ano passou de alta de 3,09% para elevação de 3,14%. Há quatro semanas, a estimativa era de 3,17%.
Para 2022, o mercado financeiro alterou a previsão do PIB de alta de 2,34% para 2,31%. Quatro semanas atrás, estava em 2,33%.
No Focus de hoje, a projeção para a produção industrial de 2021 foi de alta de 5,06% para 5,03%. Há um mês, estava em elevação de 5,29%. No caso de 2022, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,00%, ante 2,50% de quatro semanas antes.
A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2021 foi de 64,60% para 65,00%. Há um mês, estava em 64,60%. Para 2022, a expectativa foi de 66,20% para 66,30%, ante 66,20% de um mês atrás.
Por fim, o boletim trouxe a manutenção na projeção para o resultado primário do governo em 2021. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano seguiu em 3,10%. No caso de 2022, permaneceu em 2,00%. Há um mês, os porcentuais estavam em 3,05% e 2,15%, respectivamente.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2021 seguiu em 7,30%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2022, permaneceu em 6,60%. Há quatro semanas, essas relações estavam em 7,50% e 6,80%, nesta ordem.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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