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Venda dos ativos da companhia depende da aprovação do projeto estratégico em 8 de setembro. Não se contente apenas com os possíveis lucros que ela pode te dar – existem outras 10 ações exponenciais na Bolsa esperando por você
“Há duas coisas que incomodam na Bolsa: os prejuízos da gente e os lucros dos outros”. A frase do falecido jornalista Décio Bazin reflete o que ocorreu na última semana de julho para as ações da Oi (OIBR3; OIBR4). Após as cotações passarem os R$ 2 pela primeira vez em dois anos, pessoas tiveram lucros de mais de 300% e alguns se arrependeram de não tê-la comprado.
Outros, inclusive, mantiveram os ativos com a esperança de um dia bater R$10 ou até R$ 100, voltando ao patamar de 2012 - mesmo que isso, pelo menos por enquanto, seja impensável (já digo o porquê).
Independentemente disso, os dias passaram, a euforia baixou e os riscos de execução do plano estratégico da empresa começaram a trazer dúvidas entre alguns investidores.
O juiz da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Fernando Viana, determinou que a Assembléia Geral de Credores (AGC) seja realizada em 8 de setembro no Centro de Convenções SulAmérica, na capital fluminense. No evento, as vendas das UPI Ativos Móveis, data centers, torres e parte da UPI Infra Co.
E daí vem as questões: quais as incertezas desse processo? Algo pode dar errado? E se houver desinteresse de algum comprador? Em um encontro virtual com assinantes da Empiricus, o economista Felipe Miranda avalia que é difícil o projeto ser negado, mas haverá muita volatilidade das ações até lá.
“É um processo negocial muito duro e há muita incerteza de como a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vai se comportar”, afirma.
De acordo com jornal Valor Econômico, apesar de o órgão regulador enxergar competência na nova gestão da Oi, tocada pelo engenheiro Rodrigo de Abreu, os executivos da agência estatal enxergam um cenário pós-recuperação judicial de risco, havendo chances de a situação financeira da companhia patinar.
E basta olhar os relatórios para entender isso. A empresa queima R$ 500 milhões do caixa por mês desde março de 2019 e, se continuar assim até dezembro deste ano, serão R$ 3,5 bilhões a menos no orçamento - um valor sobre o qual os investidores devem ficar atentos nos próximos balanços.
Embora as negociações dos ativos terem aumentado a volatilidade da OIBR3 e OIBR4 e muitos enxergarem uma “luz no fim do túnel” para as ingerências que levaram a Oi à situação de agora, é importante considerar todos os cenários, inclusive o risco de o plano naufragar ou mudanças darem novos rumos para a companhia.
No entanto, também é necessário levar em conta que os interesses pelo negócio estão além da compra de ativos.
Miranda analisa que os hedge funds que converteram a dívida em ações tiveram prejuízos com a queda das cotações, o que reforça o poder de barganha desse grupo em torno do projeto de desinvestimentos.
Isso porque se tudo der errado ou sair de uma forma não muito agradável para o mercado, o prejuízo dos grandes players envolvidos seria enorme. “Os bancos foram os grandes perdedores do processo [de desvalorização da empresa]. Então estão tentando barganhar uma melhor situação”, avalia.
“Vai ter quem tentará judicializar o processo, mas, no fundo, ele é meramente negocial. Acho que o plano estratégico será aprovado por um único motivo: é isso ou não tem recuperação judicial e a Oi quebra”, completa.
É interessante você alocar um percentual baixo da sua carteira em OIBR3 ou OIBR4, visto que ações exponenciais podem aumentar seu patrimônio. Mas faça isso com pé no chão - ou seja, com pouco dinheiro - e sem descartar as outras 10 ações exponenciais que esperam por você.
Afinal, se você apostar todas suas fichas num só ativo e algo der errado no meio do caminho, você correrá o risco de ter um prejuízo brutal - algo ao qual os ‘torcedores’ de Oi estão propensos.
Somado a isso, não dá para esperar, pelo menos no atual cenário, que a empresa se transforme em uma “nova Magazine Luiza”, que saiu da falência e entregou lucros extraordinários.
Os analistas da Empiricus Research fizeram um teste considerando o pós-venda da Oi Móvel e os possíveis múltiplos de EV/Ebitda, que mostra quantas vezes a empresa gera valor a partir da própria capacidade, sem levar em conta questões externas.
No estudo, eles calcularam múltiplos de 3 a 7 vezes para o Client Co e de 12x a 18x para o InfraCo - marcas que formarão o grupo Oi após as vendas - a partir de 2022, ano que a companhia pretende voltar a ter lucro.
Se a Oi Móvel for adquirida pela Vivo, Claro e Tim por R$ 16,5 bilhões, espera-se que a OIBR3 fique entre R$ 2 (EV/Ebitda de 3x e 12x) e R$ 3,66 no cenário mais positivo (EV/Ebitda de 7x e 18x).
Isto é, considerando que a ação está custando cerca de R$ 1,90, ela pode subir de 5% a 90% em dois anos - algo não tão bom quanto o que vou te mostrar daqui a pouco.
Confira todos os preços possíveis na tabela abaixo:
Os números são atrativos, mas engana-se quem pensa que Oi é a única oportunidade no radar. O economista especialista em garimpar ações exponenciais, Henrique Florentino, explica que mesmo com a retomada do Ibovespa, algumas ações ainda estão “extremamente” descontadas, com potencial de alta valorização no curto, médio e longo prazo.
Só neste exato momento, há na carteira dele uma ação com potencial de atingir um upside de 123% em até um ano e meio. Outra, do setor bancário, pode bater os 105,7% de valorização até o fim deste ano… duas que podem dobrar parte do seu dinheiro.
Ou seja, existem papéis que não estão falidos, apresentam menos riscos e que podem entregar lucros ainda maiores e em menos tempo para você.
Antes de continuar, duas ponderações: ganhos passados não são garantia de ganhos futuros e você não vai ter uma valorização expressiva do seu patrimônio investindo apenas em ações sólidas. Cerca de 10% a 30% do seu portfólio deve estar em ativos com potencial de se multiplicar - e o restante em papéis sólidos e bons pagadores de dividendos.
Para isso, Florentino explica que o investidor deve ficar de olho em quatro eventos corporativos da empresa:
“Não há registro de ações com valorização relevante no mercado brasileiro nos últimos anos sem que houvesse algum desses 4 movimentos corporativos como pano de fundo”, explica ele. “Muitas das ações que se multiplicam são esquecida, penalizadas por estar em situação problemática, mas que possui um gatilho para virada”, completa.
O analista diz isso com base em exemplos práticos. De fevereiro de 2019, quando sua carteira exponencial foi criada, a julho de 2020, ele entregou aos assinantes da Empiricus um ganho de 62,30% contra 3,25% do Ibovespa, com uma margem segura de riscos.
Além disso, quem pegou recomendações pontuais dobrou o patrimônio em 10 meses, como foi o caso da Santos Brasil (STBP3), recomendada por Henrique para compra quando valia R$ 3,94 e venda por R$ 8,15 no período.
Se chegou até aqui, já sabe que existe uma oportunidade do setor bancário que pode dobrar seu patrimônio até o fim do ano na carteira de Florentino.
Ela é uma do seleto grupo de 2% de papéis da Bolsa brasileira com potencial de se multiplicar, e que o economista quer abrir para você agora (acesse aqui).
Com o dinheiro que você poderá ganhar com eles, você terá a chance de reinvestir em sua estratégia de longo prazo (única que te dará liberdade financeira no futuro), realizar um sonho ou usar o valor para alçar outras multiplicações.
Afinal, casos atípicos exponencialidade aparecem com frequência na Bolsa - e poucos pegam o timing para aproveitá-los.
Por isso, Henrique e sua equipe de analistas estão dispostos a te ajudar nessa. O economista está te presenteando com 7 dias de acesso gratuito à carteira de ações exponenciais dele na Empiricus Research.
Nela, você terá acesso não só acesso ao portfólio vencedor como também:
Aceitando o presente de Henrique, você ganhará também acesso à área vip do portal Seu Dinheiro, o SD Premium, com informações e análises exclusivas sobre o mercado, bem como recomendações mensais de ações e fundos imobiliários. Como leitor do SD Premium, você vai receber:
Se após ou durante o período de degustação livre, você perceber que não é a sua estratégia, você pode cancelar seu acesso à série Ações Exponenciais e ter 100% do valor pago reembolsado imediatamente. Sem estresse ou burocracias.
Assim, se decidir continuar nessa jornada de lucros, você pagará 12x de R$ 150 - valor pífio perto dos lucros que você poderá ter com as oportunidades que aparecerão ao longo desse período.
Vale ressaltar, porém, que se você copiar a carteira e depois cancelar, perderá os melhores pontos de venda dos ativos e as atualizações do portfólio pensadas para aumentar a rentabilidade. Assim, correrá o risco de ter um retorno medíocre ou nulo.
Perderá também as oportunidades que surgirão após o período de degustação livre - algo que você pode se arrepender muito mais para frente. Afinal, nunca sabemos quando a próxima Magazine Luiza estará diante de nós.
Destrave sua vaga gratuita de sete dias aqui.