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Papel se valorizou com a entrada de novas pessoas físicas no mundo dos investimentos; veja se a B3 é uma das melhores ações da bolsa ou há opções mais interessantes
O número de pessoas físicas com aplicações em fundos imobiliários chegou a 1 milhão nesta terça-feira (15), representando quase ⅓ do total de investidores na bolsa brasileira, hoje com 2,9 milhões de CPFs cadastrados. O número é quase o dobro do que tinha até dezembro de 2019 e cinco vezes mais que o acumulado de dez anos atrás.
Embora esses dados mostrem que a cultura financeira do brasileiro está mudando conforme a renda fixa se torna menos rentável, com a taxa Selic a 2% ao ano, é importante observar o impacto positivo que isso pode ter para as ações da B3 (B3SA3).
Quanto maior o número de pessoas físicas na Bolsa, maior é o giro dos ativos, visto que novos investidores tendem a transacionar mais que os veteranos. Isso não só beneficia algumas empresas, que ganham com a maior injeção de capital em seus ativos, como também ajuda na valorização da própria B3, que aumenta a receita com as taxas que recebe pelo volume negociado.
Ou seja, a entrada da pessoa física na bolsa tende a beneficiar a própria ação da bolsa brasileira, a B3.
A equipe da série Melhores Ações da Bolsa (MAB) - serviço da Empiricus com uma carteira que já rendeu 210% nos últimos cinco anos - avalia que um ponto relevante que está a favor da B3SA3 é o monopólio. Isso porque os custos operacionais para instalar uma nova bolsa no Brasil são muito altos. Para entrar no Brasil um concorrente teria de usar serviços que hoje só a B3 oferece para conseguir criar o seu próprio pregão.
“Sem competição em praticamente nenhum dos segmentos, a B3 agora nada de braçada com a recuperação dos mercados e o incremento dos volumes transacionados”, afirma o analista de investimentos e economista Max Bohm, que lidera o MAB, que conta com 17 ações de gigantes do mercado, todas com perspectiva de valorização (conheça aqui).
Além disso, a B3 fornece soluções de dados para vários clientes do mercado, e vem investindo em peso na área de tecnologia. Só no primeiro trimestre de 2019 ao primeiro de 2020, a empresa aumentou em 47% seus investimentos na área, indo de R$ 184 milhões para R$ 270 milhões.
O investimento milionário não chega nem perto dos ganhos da companhia: nos últimos 12 meses, a B3 apresentou um faturamento de 7,3 bilhões e um lucro líquido na casa dos 3,4 bilhões. Hoje, ela vale R$ 119 bilhões.
A B3SA3 teve uma alta de 121% entre os circuit breakers de março e o dia 20 de julho - dia que fechou em sua máxima histórica de R$ 67,40. De lá para cá, porém, as cotações caíram em cerca de 15% até 15 de setembro.
Embora analistas de mercado ainda não consigam vislumbrar um preço justo para a ação, Max Bohm explica que ela está num patamar salgado, sendo negociada a 30,7 vezes os lucros da B3 projetados para 2021.
“É uma ação cara, mas, dado o seu tamanho e o desenvolvimento rápido do mercado em que atua, não acreditamos que a clássica de ‘value investing’ esteja certa em deixar de lado os papéis da empresa”, diz o economista.
Bohm avalia em sua carteira da série Melhores Ações da Bolsa, na Empiricus, que existem 17 ações de empresas brasileiras cujo “custo-benefício” vale mais a pena que investir na B3.
Isso porque, diferente da B3SA3, são papéis de líderes de mercado que ainda estão abaixo do valor justo, com excelentes pontos de entrada. Alguns, inclusive, são bons pagadores de dividendos, unindo o útil ao agradável: geração de renda e valorização das cotações (conheça-os aqui).
Uma delas pertence a um dos setores mais abalados pela crise do coronavírus e que, com a flexibilização, pode crescer mais de 40% no médio prazo e atingir valorizações maiores com a retomada da economia (saiba aqui qual é).
Outra é, na visão de Bohm, a melhor do nicho de empresas ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa, em inglês). Essas três virtudes, ignoradas por décadas pelo mercado financeiro, são hoje os principais pilares de crescimento de uma companhia (acesse aqui para conhecê-la).
A série Melhores Ações da Bolsa, de Max Bohm, acumula um lucro de 210% em ações contra cerca de 93% do Ibovespa desde dezembro de 2014. Ou seja, quem seguiu à risca as indicações do economista neste período triplicou o patrimônio, investindo apenas em ativos sólidos de uma carteira diversificada.
Isso sem contar as diversas valorizações pontuais de ações de 100% a mais de 200% no período.
Assim, Max Bohm está presenteando você com sete dias de acesso gratuito à série Melhores Ações da Bolsa. E adianto que, se você quiser acessá-la depois desse período, pagará o preço de um cafezinho de padaria…
Já digo o valor irrisório, mas, antes, saiba que além da carteira de 17 ações você também receberá:
Após ou durante a degustação gratuita, você poderá cancelar a qualquer momento e ter 100% do dinheiro pago na assinatura reembolsado no ato. Sem estresse ou burocracias.
Mas se quiser continuar na jornada de lucros, vai pagar apenas 12x de R$ 5 - ou seja, você poderá acompanhar a série Melhores Ações da Bolsa praticamente sem custo algum com as oportunidades de ganhos daqui para frente (desbloqueie sua vaga aqui).
Além disso, você será respaldado pela Empiricus por um compromisso formal de lucros: se você seguir à risca a estratégia e não tiver lucro nominal positivo, você ganhará mais um ano de assinatura, totalmente de graça.
Percebe agora a grandiosidade do que está sendo oferecido? Junte-se aos mais de 350 mil clientes da Empiricus agora acessando o Melhores Ações da Bolsa neste link ou clicando na frase abaixo.