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Felipe Miranda fala sobre como as condições únicas que estamos presenciando podem mudar o seu patamar financeiro; confira aqui
No começo deste ano, nós enfrentamos uma das piores crises econômicas da história. Foi um período no qual diversas pessoas foram demitidas, muitos negócios tiveram de ser fechados e inúmeros investimentos perderam o seu valor…
Agora, analistas avaliam que o mercado está voltando a esquentar. Assim, as boas oportunidades começaram a bater na porta dos mais atentos.
Antes da pandemia, o mercado brasileiro estava vivendo um bull market. A conjuntura econômica era favorável à alta do preços dos ativos na bolsa brasileira. O coronavírus interrompeu este movimento. Mas, na visão do Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus Research, o ciclo de alta seguirá.
O Felipe Miranda e seu sócio, Rodolfo Amstalden, acreditam que, no próximos dias, haverá muitas oportunidades brutais na bolsa. E eles citam cinco motivos para isso.
É claro que estamos longe de chegar de fato ao fim do coronavírus, mas, na visão do Felipe, os “piores momentos” já passaram. A corrida pela criação de uma vacina para a covid-19 trouxe ares de esperança. As economias já estão reabrindo e as pessoas, aos poucos, retomam sua vida normal.
Por que isso é bom para a bolsa: com a diminuição da aversão ao risco, o investidor se volta novamente a ativos de renda variável, como ações.
As vendas no varejo subiram 13,9% em maio em relação ao mês de abril, de acordo com o Índice Mensal do Comércio (PCM-IBGE). Foi o dobro do esperado (uma alta de 6%).
Por que isso é bom para a bolsa: Isso deverá aparecer no resultado das empresas, com recuperação de receita e lucros.
Está em curso uma grande injeção de dinheiro nas economias globais. Os Estados Unidos, a Europa e o Brasil lançaram pacotes de estímulos bilionários para manter a atividade econômica aquecida na crise.
Mas esse movimento pode ter consequências no valor do próprio dinheiro. A abundância de moeda pode fazer com que ela perca parte de seu valor. É a volta da inflação.
Aqui no Brasil, por exemplo, foi anunciada a criação de uma nota de R$ 200. Com o dinheiro valendo menos, é necessário ter notas de valores maiores para atender às necessidades de pagamento de comércio e serviços.
Então será um risco muito alto deixar dinheiro parado no banco, esperando por dias melhores… Afinal, não sabemos quanto ele estará valendo amanhã ou depois.
Por que isso é bom para a bolsa: A desvalorização do dinheiro alimenta um movimento de investidores em busca de ativos reais, como, por exemplo, participações em empresas (ações).
Estamos diante da menor taxa de juros nunca antes vista no Brasil: 2,25% ao ano. E ainda deve cair mais em agosto, chegando aos inéditos 2%.
Para se ter uma ideia do quanto isso é significativo, no ano passado a taxa Selic girava em torno de 5,25%. E em 2016, era 14%.
Por que isso é bom para a bolsa: os tempos de rendimentos gordos na renda fixa acabaram. Agora quem busca ganhos maiores precisa ir para a renda variável. Esse movimento está levando muitas pessoas a entrarem na Bolsa, o que gera uma força compradora que tende a puxar os preços para cima. Isso até já ganhou um termo popular: TINA (There is No Alternative). Basicamente, significa que agora não há saída a não ser correr para a Bolsa e tentar tirar vantagens do que ela tem a oferecer.
Quando começou a pandemia, os investidores se assustaram e correram para portos-seguros, como ouro, ativos em países ricos e o dólar. O capital do mundo fugiu dos países emergentes e buscou papéis de melhor qualidade. Isso derrubou a bolsa brasileira. Esse movimento agora passou e os investidores estão buscando mais risco novamente.
Por que isso é bom para a bolsa: a aceitação de risco maior favorece investimentos em países emergentes e ações outliers, ou seja, aquelas com maior potencial de alta (e maior risco).
Na visão do Felipe e do Rodolfo, não restam muitas alternativas a não ser começar a aplicar sua reserva em algo que realmente pode te trazer retornos positivos.
A indicação é: investir em ações para buscar ganhos expressivos. Mas, ao mesmo tempo, se proteger de eventuais piorar no cenário.
É como fazer musculação. É preciso equilibrar os pesos da barra para que você consiga se manter estável ao fazer exercícios, certo? Com investimentos, o Felipe acredita que é mais ou menos a mesma coisa.
A sua ideia é que de um lado, você coloque alguns ativos de risco. E do outro, ativos que vão te dar segurança. Assim, em qualquer um dos cenários (de sucesso ou de ruína), você não sairá perdendo.
Precisa de mais detalhes para começar? Não se preocupe. A seguir, nós temos uma proposta para te fazer.
O Felipe e o Rodolfo querem que você agarre essa oportunidade que a vida está te dando com toda a sua força. Eles querem te ajudar a conseguir os melhores lucros que a Bolsa pode lhe oferecer. E tudo isso com uma margem segura de risco.
Eles estão dispostos a te acompanhar por 60 dias nesta empreitada. São encontros diários de 10 minutos que trarão insights de investimento.
Além disso, você ganha acesso vitalício à Carteira Empiricus e ao PRP, duas carteiras com portfólio completo de investimentos para você acompanhar.
Esse pacote de podcast + Carteira Empiricus e PRP é o Empiricus Absolute, uma oferta nunca antes feita pela casa. Veja tudo que ele inclui:
O Felipe está tão confiante neste programa que está se comprometendo a te dar, para sempre, qualquer série da sua escolha caso você não tenha lucros em 60 dias.
Bem, agora é com você. Se quiser destravar o Empiricus Absolute e começar a ouvir os podcasts, o link é esse.