🔴 FÁBRICA DE AGENTES DE IA: TENHA ACESSO AOS MESMOS AGENTES AUTÔNOMOS USADOS NA EMPIRICUS – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

aquisição gigante

Hypera compra portfólio de remédios que inclui Neosaldina e Dramin por US$ 825 milhões

A lista também inclui produtos em áreas terapêuticas como cardiologia, diabetes, endocrinologia, gastrenterologia, sistema respiratório e clínica geral. Com a aquisição anunciada hoje, a Hypera passa a ser a maior empresa farmacêutica do Brasil

Imagem: Divulgação

A Hypera Pharma, do empresário João Alves de Queiroz Filho, fechou um contrato com a companhia japonesa Takeda para compra de portfólio de 18 medicamentos na América Latina por US$ 825 milhões — cerca de R$ 3,6 bilhões, com base na cotação de sexta-feira (28) da moeda americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lista inclui marcas como Neosaldina e Dramin, assim como o patenteado Nesina (para tratamento da diabetes tipo II). Há também produtos em áreas terapêuticas como cardiologia, diabetes, endocrinologia, gastrenterologia, sistema respiratório e clínica geral.

Segundo a companhia, o portfólio a ser adquirido registrou receita líquida de cerca de R$ 900 milhões em 2019 — o Brasil correspondeu a 83% desse valor e o México a 15%.

Nesta sexta-feira, as ações da Hypera (HYPE3) fecharam o dia cotadas a R$ 40, uma alta de 16,62%. Nos últimos 12 meses, a valorização dos papéis é da ordem de 33%. Em breve comentário, analistas do BTG Pactual consideraram o timing da aquisição "interessante", avaliando que as ações devem reagir de maneira positiva no pregão desta segunda-feira.

Lista de aquisições

No ano passado, a empresa desembolsou R$ 1,3 bilhão pelas marcas Buscopan e Buscofem, que pertenciam à alemã Boehringer Ingelheim. Com a aquisição anunciada hoje, a Hypera passa a ser a maior empresa farmacêutica do Brasil e a líder em OTC — com participação de mercado de aproximadamente 20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Hypera, a operação deve permitir que a companhia continue a expandir seu portfólio de marcas líderes com faturamento anual acima de R$ 100 milhões e a fortalecer sua posição em segmentos estratégicos do mercado.

Leia Também

PROVENTOS

Mais de R$ 600 milhões aos acionistas: confira quem tem direito a receber o JCP da Localiza (RENT4)

TERMÔMETRO DAS ELEIÇÕES

O mercado já escolheu seu cavalo eleitoral? Banco do Brasil (BBAS3) dispara 26% na bolsa, mas a conta não fecha só com as urnas

"Quando concluído, esse passo transformador representará a maior aquisição da história da Hypera Pharma e está em linha com o seu já reconhecido foco estratégico de expansão de market share e investimento em marcas líderes com alto potencial de crescimento", diz a companhia.

A Hypera e a Takeda também devem assinar um acordo de fabricação e fornecimento em conexão com a transação, por meio do qual a Takeda continuará a fornecer produtos à companhia.

A operação está sujeita à aprovação dos órgãos antitruste e de acionistas — cuja assembleia está prevista para até 31 de julho de 2020. A Hypera diz que já assegurou com bancos linhas de crédito de R$ 3,5 bilhões para financiar a transação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mudança de estratégia

Idealizada no início da década de 2000, a Hypera cresceu por meio de aquisições de empresas e marcas, mas acumulou pesadas dívidas — que a obrigaram a vender seus negócios de bens de consumo e alimentos, visando equilibrar as contas.

A companhia já foi alvo da operação Tira Teima, desdobramento da Lava Jato, em 2018. Na ocasião Hypera afastou seus principais diretores. Em fevereiro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou João Alves de Queiroz Filho e os ex-executivos Nelson Mello, Carlos Roberto Scorsi e Sílvio Tadeu Agostinho.

O MPF apontou o dono do grupo e os ex-diretores como suspeitos de integrarem esquema envolvendo parlamentares para favorecer os interesses do grupo farmacêutico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 21 de setembro de 2026 - 19:37

DE A PARA B

Entre JBS e J&F: o xadrez financeiro dos irmãos Batista na B3

21 de setembro de 2026 - 19:37
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 21 de setembro de 2026 - 19:13
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 21 de setembro de 2026 - 15:57
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 21 de setembro de 2026 - 14:04
21 de setembro de 2026 - 11:04
O cabo de guerra pelos dividendos e investimentos da Petrobras 21 de setembro de 2026 - 10:29
Escritório do BTG Pactual 19 de setembro de 2026 - 16:55
19 de setembro de 2026 - 15:47
pessoas vestindo ternos e roupas formais deixam a B3, bolsa de valores brasileira 19 de setembro de 2026 - 12:38
Logo do Itaú (ITUB4) 18 de setembro de 2026 - 18:34
Itaú (ITUB4) aluga 100% do Esther Towers, da EZ Tec (EZTC3). 18 de setembro de 2026 - 10:18
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 17 de setembro de 2026 - 18:34
Fachada loja Natura 17 de setembro de 2026 - 18:24
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar