🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Selic nas mínimas

Decisão do Copom foi ‘de bom tom’ e ancorou expectativas, diz Journey Capital

Para Victor Candido, economista-chefe da Journey Capital, as sinalizações do Copom no comunicado do corte de 0,5 ponto da Selic foram positivas e servem para ancorar as expectativas do mercado

Victor Candido
Imagem: Divulgação

A decisão do Copom desta quarta-feira (18) estava envolta em mistério: em meio à crise do coronavírus, o mercado dava como certo um novo corte da Selic, mas ainda não tinha clareza quanto à postura do Banco Central neste momento tão delicado da economia global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, de fato, o Copom cumpriu as expectativas, reduzindo a taxa básica de juros em 0,5 ponto, para a nova mínima histórica de 3,75% ao ano. E, para Victor Candido, economista-chefe da Journey Capital, as sinalizações emitidas pelo BC são bem-vindas no atual cenário caótico dos mercados.

Em primeiro lugar, ele destaca as condições usadas pela autoridade monetária em seus cenários: em todos, a taxa de câmbio usada é de R$ 4,75, nível muito superior ao que vinha sendo considerado nas últimas reuniões — o que indica que o próprio BC vê uma condição de maior estresse no mercado de moedas.

Tal postura, segundo Candido, tem dois desdobramentos: em primeiro lugar, o BC sinaliza que a taxa de câmbio de equilíbrio está abaixo dos níveis atuais — o dólar à vista chegou hoje a R$ 5,19. Em segundo, as simulações mostram que, mesmo com o câmbio mais elevado, ainda não há uma pressão inflacionária significativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Considerando o dólar constante a R$ 4,75, o BC vê a taxa de inflação ficando em 3% em 2020 e 3,6% em 2021, tanto no cenário que leva em conta as projeções do boletim Focus para a Selic quanto na hipótese de juros inalterados em 4,25% ao ano no período em questão.

Leia Também

ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL

“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil

DESTAQUES DA BOLSA

Magazine Luiza (MGLU3) ganha fôlego e Natura (NATU3) fica na lanterna: veja os altos e baixos do Ibovespa na semana

"O BC botou o câmbio estressado, mas mesmo o câmbio estressado não gera inflação, as simulações não indicam problema", diz Candido — os níveis mais elevados do dólar são constantemente citados como um risco inflacionário.

Além disso, o economista-chefe da Journey destaca a escolha cautelosa das palavras por parte do BC ao comentar sobre os próximos passos. Por um lado, o Copom diz ver como adequada a manutenção da Selic em seu novo patamar; por outro, afirma que continuará fazendo uso de todo o seu arsenal para enfrentar o momento de crise.

Ou seja: Cândido acredita que o BC não quer mais cortar juros, mas, caso necessário, não descarta novas reduções no futuro — uma postura que serve para ancorar expectativas e mostra claramente a visão da autoridade monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A incerteza é muito alta, o coronavírus impacta na oferta e na demanda. Nessas condições, é difícil achar o nível de equilíbrio para juros e inflação".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar