🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Ibovespa fica no zero a zero, dividido entre PIB e exterior negativo; dólar cai a R$ 4,20

Duas forças opostas influenciam os mercados brasileiros nesta terça-feira (3): por um lado, o resultado do PIB do país no trimestre é bem recebido pelos agentes financeiros, mas, por outro, o tom negativo dos ativos globais traz cautela aos investidores. E essa dualidade dá um certo viés de neutralidade ao Ibovespa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE […]

Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Duas forças opostas influenciam os mercados brasileiros nesta terça-feira (3): por um lado, o resultado do PIB do país no trimestre é bem recebido pelos agentes financeiros, mas, por outro, o tom negativo dos ativos globais traz cautela aos investidores. E essa dualidade dá um certo viés de neutralidade ao Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por volta de 17h25, o principal índice da bolsa brasileira operava em leve alta de 0,04%, aos 108.974,83 pontos — desde o início do dia, o Ibovespa oscilou entre os 108.190,46 pontos (-0,68%) e os 109.197,77 pontos (+0,25%).

O dólar à vista, por outro lado, teve um dia bastante tranquilo: a moeda americana passou a maior parte da sessão em baixa, encerrando em queda de 0,15%, a R$ 4,2056 — lá fora, o mercado de câmbio não apresentou uma tendência única.

O grande tema de influência para os mercados globais nesta terça-feira é o reaquecimento da guerra comercial: o presidente dos EUA, Donald Trump, tem assumido uma postura mais agressiva nos últimos dias e sinalizado que um acerto com a China pode demorar mais que o esperado.

Mais cedo, Trump disse em entrevista que não há previsão para o término da guerra comercial com os chineses, afirmando ainda que talvez seja melhor esperar até as eleições de 2020 para chegar a um consenso. A declaração não foi bem recebida pelos investidores, embora essa retórica de "aproximação e afastamento" seja característica do republicano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o presidente dos EUA fez ameaças à França, sinalizando com a possibilidade de sobretaxas todas às importações do país – uma quantia de cerca de US$ 2,4 bilhões em produtos. Vale lembrar que, ontem, Trump anuncia a taxação das importações de aço e alumínio da Argentina e Brasil.

Leia Também

MOVIMENTOS TÁTICOS

Estrangeiros despejam R$ 19 bilhões na bolsa em outubro; desafio agora é transformar aposta eleitoral em fluxo permanente

RESUMO SEMANAL

Petrobras (PETR4) sobe mais de 6% e escapa do tombo do Ibovespa; veja o que movimentou a bolsa na semana

Esse acirramento nos ânimos faz as bolsas americanas operarem em queda firme nesta manhã: o Dow Jones cai 1,20%, o S&P 500 recua 0,86% e o Nasdaq tem perda de 0,85%. Na Europa, o tom das principais praças acionárias também foi negativo.

Notícias positivas por aqui

Os mercados domésticos repercutem o crescimento de 0,6% do PIB brasileiro no terceiro trimestre, resultado ligeiramente superior às expectativas dos analistas, de expansão de 0,5%. O dado reforça a crença de que a economia local começa a dar sinais de recuperação, ainda que tímidos – fator que já é suficiente para animar os investidores.

Os dados do PIB, assim, servem para amortecer a cautela vinda do exterior. Por mais que o Ibovespa não tenha conseguido se manter em terreno positivo, o índice brasileiro apresenta um desempenho bem menos negativo que as bolsas americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Calmaria nos juros

Por mais que os sinais de fortalecimento econômico emitidos pelo resultado do PIB no terceiro trimestre impliquem, teoricamente, numa menor necessidade de cortes na Selic para estimular a atividade doméstica, as curvas de juros fecharam em baixa nesta terça-feira.

Os DIs aproveitaram o tom negativo do dólar à vista e passaram por um movimento de correção das altas recentes. Veja abaixo como se comportaram as principais curvas:

  • Janeiro/2021: de 4,74% para 4,71%;
  • Janeiro/2023: de 5,96% para 5,90%;
  • Janeiro/2025: de 6,56% para 6,49%;
  • Janeiro/2027: de 6,88% para 6,81%.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
renda fixa selic 15 de outubro de 2026 - 18:07
fii fundo imobiliario lajes corporativas escritorios 15 de outubro de 2026 - 17:30
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Fiagro da Itaú Asset (RURA11), agronegócio, CRA, dividendos. 14 de outubro de 2026 - 11:58
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 13 de outubro de 2026 - 13:02
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Galpão do BTG Pactual Logística BTLG11 8 de outubro de 2026 - 10:47
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar