🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Desidratação do texto original

‘Vai ter reação, eles vão tirar’, diz Bolsonaro, sobre capitalização na reforma

Presidente sugeriu deixar a introdução do modelo de capitalização, que prevê a adoção de contas individuais para os novos entrantes no mercado de trabalho, para um "segundo turno"

Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro - Imagem: Alan Santos/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, admitiu nesta sexta-feira, 5, em café da manhã com diretores de redação de jornais que a proposta de capitalização na reforma da Previdência poderá não ser aprovada pelo Congresso Nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vai ter reação. Eles (parlamentares) vão tirar", disse Bolsonaro. O presidente sugeriu deixar a introdução do modelo de capitalização, que prevê a adoção de contas individuais para os novos entrantes no mercado de trabalho, para um "segundo turno".

É a sinalização de que a discussão da proposta, uma das mais polêmicas, poderá ficar para um segundo momento depois de aprovada a reforma da Previdência. "Minha sugestão é deixar menos complicado", afirmou.

O presidente manifestou confiança na aprovação da reforma.. Mas reiterou que "reforma boa é a que passa". "O teto (idade) e o tempo de serviço são o mais importantes", disse o presidente, que tem feito uma série de conversas, nas ultimas semanas, com a imprensa.

BPC e rural

Além da capitalização, o presidente reconheceu as dificuldades para aprovar as mudanças no benefício de assistência social para idosos pobres (BPC) e nas regras da aposentadoria rural. Mas ao responder pergunta sobre a possibilidade de desidratação da reforma, o presidente afirmou: "Tem que perguntar para o Rodrigo Maia."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Campos do Jordão, o ministro da Economia, reconheceu que o BPC tem "enorme chances de cair" no Congresso.

Leia Também

NEM POR DECRETO

Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 200 milhões; Dia de Sorte aproveita para brilhar sozinha

FINANÇAS

Quanto é preciso investir para ter um cartão BTG Pactual? Conheça os requisitos e benefícios das versões Gold, Platinum e Black

'Forçar a barra'

Após realizar reuniões com várias lideranças dos partidos na quinta-feira, 4, o presidente voltou a afirmar que não há "cargos" na negociação da reforma.

E deu um recado: "Não temos intenção de forçar a barra (com Congresso), com exceção da Previdência."

Bolsonaro disse que já deu muitas "caneladas" na vida, mas não considera necessário viver se desculpando por isso, ao comentar os problemas enfrentados para obter apoio no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última quinta-feira, 4, o presidente se reuniu com presidentes de partidos e pediu ajuda para votar a reforma da Previdência. Bolsonaro afirmou que iniciará uma nova etapa no relacionamento com deputados e senadores, mas fez questão de negar a distribuição de cargos em troca de votos.

Pedido de desculpas

Também ontem, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que Bolsonaro se desculpara com dirigentes dos partidos por "caneladas" dadas nos últimos dias.

Houve, por exemplo, um embate público entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ao lado de Lorenzoni e dos ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Augusto Heleno Ribeiro (Gabinete de Segurança Institucional), Bolsonaro afirmou que não se falou a palavra "cargo" durante os encontros mantidos nesta quinta-feira com presidentes de partidos no Planalto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No café com jornalistas, Bolsonaro disse que o governo vai costurar apoio por projetos na Câmara e no Senado, sem toma lá, dá cá. "Não temos, com exceção da Previdência, a intenção de forçar a barra no Congresso", argumentou. O presidente contou que alguns dirigentes de partidos reclamaram do fato de não terem retorno de ministros e dos bancos públicos, mas disse que se trata de uma situação fácil de ser resolvida.

Questionado sobre o fogo amigo no governo, Bolsonaro admitiu haver "caneladas internas" e disse ter pedido a ministros que não deem respostas apressadas, para não provocar mal-entendidos.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Carteira de trabalho CLT 14 de outubro de 2026 - 22:42
13 de outubro de 2026 - 16:07
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar