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2019-04-04T14:01:19-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Abertura de capital

Vem aí mais uma gestora de programas de fidelidade na bolsa

LTM pretende abrir capital em 2019 ou 2020 e vai trazer novos ares para um segmento que vem se destacando nos últimos anos

26 de setembro de 2018
18:17 - atualizado às 14:01
Bolsa de valores de São Paulo
Abertura de capital da LTM trará diversificação de ativos relacionados aos programas de fidelidade - Imagem: Shutterstock

Nos últimos anos, o segmento de programas de fidelidade - aquele das empresas Smiles, Tudo Azul e Multiplus - vem conquistando seu lugar ao sol na bolsa e desperta o interesse do mercado com seu faturamento bilionário.

Se você se inclui nesse grupo de interessados pelo ramo (ou apenas busca oportunidades para diversificar a carteira), tenho uma novidade que pode te render uma boa alternativa de aplicação: a gestora de programas de fidelidade LTM pretende abrir capital na bolsa de valores em 2019 ou 2020. O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo presidente da LTM, Emerson Moreira, durante o Fórum Brasileiro de Fidelidade.

A grande novidade é que, diferentemente das empresas do ramo que hoje são listadas na B3, com foco no consumidor de varejo, a LTM atua no segmento corporativo.

O negócio busca desenvolver programas de fidelidade, campanhas de incentivo e soluções de recompensa para marcas renomadas como Cielo, Vivo, Shell e Santander. Além dos grandes, a LTM passou a atender também pequenas e médias empresas e pretende atingir um faturamento de R$ 1 bilhão no próximo ano.

Mas fique atento porque a LTM já condicionou sua abertura de capital a um cenário político mais positivo depois das eleições.

*Com Estadão Conteúdo.

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