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2018-09-26T13:59:26-03:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Vai uma milha aí?

O faturamento por trás das milhas

Resultados apontam que, entre janeiro e junho, foram emitidos 136,8 bilhões de pontos e milhas, volume 16,6% superior se comparado ao do mesmo intervalo de 2017

26 de setembro de 2018
13:57 - atualizado às 13:59
Passagem de avião
Imagem: Shutterstock

O faturamento das empresas de fidelização cresceu 9,8% no primeiro semestre deste ano, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf). O resultado foi divulgado nesta quarta-feira, 26, e obtido pelo Broadcast, do Estadão.

Os dados incluem a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), que compilou os resultados de seis associadas (Dotz, LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul) em conjunto com a consultoria GS&MD.

Os resultados apontam que, entre janeiro e junho, foram emitidos 136,8 bilhões de pontos e milhas, volume 16,6% superior se comparado ao do mesmo intervalo de 2017. O grupo “varejo e bancos” segue como a principal fonte de acúmulo, com 88,9% do total. Os 11,1% restantes são das viagens.

Já os resgates de pontos e milhas somaram 117 bilhões no primeiro semestre, alta de 19,8% na comparação anual. As passagens aéreas se mantêm como as mais procuradas pelos usuários na hora dos resgates (73,9% no período), mas a Abemf destaca que a categoria "produtos e serviços" vem ganhando espaço, tendo atingido share de 26,1% (ante 23,8% no primeiro semestre de 2017).

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