🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Conteúdo Empiricus

Dólar acima dos R$ 7 e Ibovespa abaixo dos 107 mil pontos? Entenda o que pode acontecer se o Brasil mergulhar numa crise fiscal 

Em relatório, analistas da Empiricus e do BTG Pactual traçam cenários e efeitos do agravamento do problema fiscal e revelam onde investir diante de uma possível crise

dinheiro queimando dívidas endividamento brasileiros
Imagem: IA/Copilot

A combinação do abandono das regras fiscais, expansão relevante do gasto público e perda da credibilidade monetária pode levar o Brasil a um cenário de ruptura de confiança.  

Diante da falta de um ajuste crível das contas públicas em 2027, os juros poderiam se aproximar dos 20% ao ano, o dólar superar o R$ 7 e o Ibovespa recuar abaixo dos 107 mil pontos.  

Esse é um dos possíveis cenários traçados por analistas da Empiricus e do BTG Pactual no relatório "E se o Governo não ajustar as contas públicas", divulgado em meados de agosto.  

Com as eleições de 2026 cada vez mais perto, o investidor busca a resposta para a seguinte pergunta: "se o presidente eleito não for capaz de endereçar o problema fiscal e frear a trajetória crescente da dívida pública, onde eu deveria investir o meu dinheiro?". 

Onde investir caso governo não ajuste o fiscal? Veja agora como você pode se posicionar diante de uma possível crise

Dívida pública em 82,5% do PIB e deterioração da confiança do mercado; e agora? 

A dívida bruta do governo alcançou 82,5% do PIB nos últimos 12 meses até julho de 2026, segundo dados do Banco Central.  

Leia Também

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3805 tem 21 ganhadores, mas só um deles vai sacar prêmio milionário; Quina acumula e pode pagar R$ 40 milhões hoje

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Mega-Sena 3070 encalha e prêmio sobe para R$ 170 milhões; Lotofácil e outras loterias também acumulam

De acordo com o relatório, a estabilização da dívida exigiria do próximo governo um superávit primário próximo de 2,1% do PIB. Hoje, o Brasil possui um déficit primário de 0,67% do PIB.  

Na prática, isso significaria uma melhora aproximada de 2,7 a 3 pontos percentuais para se equilibrar as contas públicas. 

Fato é que, segundo os analistas, esse ajuste não seria factível apenas via aumento de receitas ou congelamento de novos gastos. E sem um endereçamento claro da questão, a percepção do mercado começa a se deteriorar. 

"O choque surgiria quando os investidores passassem a incorporar a percepção de que, sem mudanças nas despesas obrigatórias e sem superávits primários recorrentes, a dívida pública não será estabilizada em horizonte razoável", explicam. 

Analistas revelam como investidores podem alocar seus recursos diante do agravamento da crise fiscal; saiba mais aqui

Juros, dólar e bolsa: Empiricus e BTG Pactual desenham três cenários possíveis 

Para entender os efeitos do aprofundamento da crise fiscal nos juros, câmbio e bolsa, os analistas desenharam três cenários possíveis, que levam em consideração projeções econômicas, dados históricos e diferentes hipóteses. 

E que, portanto, devem ser interpretadas como um exercício de estresse e reprecificação, e não como projeções pontuais.  

  1. Cenário adverso 

Em uma conjuntura em que a confiança do mercado se enfraquece, mas não chega a ser perdida, o governo ainda conseguiria cumprir parte das metas fiscais recorrendo a receitas temporárias, abatimentos e aperto nos gastos discricionárias. 

O resultado primário efetivo permaneceria deficitário e a dívida avançaria para perto de 90% do PIB. Nesse caso, o contrato de DI jan/2031, que forma a curva de juros futuros, o dólar e a bolsa passariam a ser pressionados: 

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

Nesse patamar, "o diferencial de juros ainda ofereceria algum suporte ao real, enquanto exportadoras e empresas pouco alavancadas funcionariam como proteção relativa", ressaltam os analistas no documento. 

  1. Cenário severo 

Já o cenário severo pressupõe que o mercado abandone a hipótese de estabilização da dívida, o que levaria a uma reprecificação ampla dos ativos. Aqui, o dólar poderia passar dos R$ 6,60, enquanto o Ibovespa encostaria nos 116 mil pontos:  

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

"A dívida caminharia para 95% do PIB e, posteriormente, para 100%, enquanto o Banco Central teria de interromper cortes ou retomar o aperto monetário. A queda da bolsa refletiria tanto uma taxa de desconto maior quanto revisões negativas dos lucros", destaca o relatório. 

  1. Cenário de ruptura 

Esse seria o cenário mais extremo: exigiria flexibilização profunda do arcabouço, desancoragem inflacionária e ambiente externo desfavorável. 

Neste ponto, a curva de juros futuros (DI jan/2031) poderia chegar a 20%, o dólar alcançar o patamar dos R$ 7,50 e a bolsa amargar uma queda profunda, aos 89 mil pontos: 

Tabela: Sensibilidade sobre os juros, câmbio e bolsa. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg. 

"O risco mais provável não seria um calote clássico, pois a dívida é majoritariamente emitida em reais e o país possui reservas. O dano ocorreria por inflação mais alta, juros reais persistentes, repressão financeira e destruição gradual do valor dos ativos domésticos", afirmam os analistas no relatório. 

EMPIRICUS+: VEJA COMO ACESSAR O RELATÓRIO COMPLETO AQUI 

Carteira anticrise fiscal? Analistas revelam onde se posicionar para se proteger 

Para os analistas, o mercado não precisa esperar uma crise de financiamento para impor custos. A percepção de que o problema continuará já pode elevar o juro neutro, enfraquecer o câmbio e reduzir os múltiplos da bolsa. 

Diante disso, o investidor deve priorizar uma estratégia de investimentos direcionada para uma diversificação internacional, liquidez e ativos alternativos de proteção. 

No relatório completo (leia aqui), os analistas revelam em quais ativos investir para montar uma carteira capaz de amortecer os efeitos da crise fiscal. A estratégia leva em consideração classes e ativos como: 

  • Internacional: quatro ações com qualidade, crescimento e exposição ao dólar; 
  • Renda Fixa Global: quatro ETFs com exposição ao Tesouro dos EUA; 
  • Metais e Estruturados: ativos que buscam diversificação e assimetria; 
  • Caixa e crédito: debêntures e fundos com carrego, liquidez e renda; 
  • Proteção: ativos defensivos na abertura da curva e queda da bolsa; 

É importante ressaltar que os analistas da Empiricus e do BTG Pactual são especialistas do mercado financeiro e construíram esse portfólio de investimento sob medida a possível crise que o Brasil pode enfrentar.  

Caso você queira ler a tese completa do relatório e acessar a lista dos ativos, basta fazer seu cadastro no Empiricus+, assinatura que dá acesso a todas as recomendações de investimentos dos analistas da Empiricus.  

Ao se cadastrar, você garante 30 dias gratuitos de acesso aos relatórios, recomendações e cursos produzidos pelos analistas da casa. Cadastre-se no botão abaixo, é rápido e simples: 

EU QUERO ACESSAR O EMPIRICUS+ E PROTEGER MEU PORTFÓLIO DE UMA POSSÍVEL CRISE FISCAL

Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar