Embraer (EMBR3) registra aumento de 27% nas entregas de aeronaves no 4T24 e alcança crescimento anual de 14%; confira os números
A aviação Comercial e Executiva registram aumentos de 14% e 13%, respectivamente, enquanto em Defesa & Segurança o destaque foi a entrega de novos C-390 Millennium

É possível dizer que 2024 foi um ano e tanto para a Embraer (EMBR3). Além de ter liderado o ranking das melhores performances do Ibovespa no ano que passou, a fabricante brasileira de aeronaves também registrou bons resultados em entregas de aviões.
Em comunicado nesta terça-feira (7) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Embraer anunciou um desempenho positivo no quarto trimestre, com a entrega de 75 aeronaves.
Esse número representa um aumento de 27% em relação ao trimestre anterior (3T24), quando a empresa havia entregue 59 aviões, igualando ao volume registrado no mesmo período de 2023 (4T23).
No acumulado de 2024, a Embraer totalizou 206 aeronaves entregues, um crescimento de 14% em comparação com as 181 unidades entregues no ano anterior.
No segmento de Aviação Comercial, a Embraer entregou 31 aeronaves no último trimestre do ano, atingindo um total de 73 entregas em 2024.
Esse número está dentro da faixa de estimativas revisadas pela empresa, que variavam entre 70 e 73 aeronaves, e também dentro da previsão original, que indicava entre 72 e 80 entregas. O crescimento desse segmento em relação ao ano anterior foi de 14%.
Leia Também
Já na Aviação Executiva, foram entregues 44 jatos executivos, e o total anual chegou a 130 aeronaves. Em comparação com 2023, a divisão cresceu 13%, segundo a companhia.
O segmento de Defesa & Segurança também registrou bons resultados em 2024, com a entrega de três novos C-390 Millennium, um aumento em relação às duas unidades entregues em 2023.
Em dezembro, a companhia chegou ao décimo país com o avião militar C-390 Millennium. O cliente, cujo nome não foi divulgado, se junta ao Brasil, Portugal, Hungria, Coreia do Sul, Holanda, Áustria, República Tcheca, Suécia e Eslováquia, que também adotaram o modelo.
Embraer (EMBR3) dispara 150% no ano
Em um ano de fortes emoções para quem investe em ação, a Embraer mais do que dobrou de valor em 2024, com uma alta acumulada de 150,96% no período.
A performance robusta da companhia no ano passado é resultado de uma combinação de fatores, como consecutivos lucros acima do esperado nos resultados trimestrais e expectativas do mercado sobre o desempenho futuro da fabricante de aeronaves no mercado global de aviação.
Outro fator é que a Embraer é considerada uma das principais opções na bolsa para investidores que buscam proteção contra a depreciação do real, devido à sua atuação como empresa exportadora, com a maior parte de suas receitas denominadas em dólares.
Conteúdo Empiricus
Apesar da adoção crescente da inteligência artificial, 41% das empresas ainda apresentam dificuldades na integração com agentes de IA
24 de setembro de 2026 - 14:00NO BOLSO
Yduqs (YDUQ3) anuncia dividendos de R$ 750 milhões após fusão com a Afya, mas presente da dona da Estácio ao acionista pode ser ainda maior, diz JP Morgan
24 de setembro de 2026 - 13:45VENDE BRKM5, RECEBE DÍVIDA
OPA da Braskem (BRKM5) com data marcada: vale a pena trocar as ações pelo que o novo controlador oferece?
24 de setembro de 2026 - 12:32MAIS DE R$ 9 BILHÕES EM RECEITA
Yduqs (YDUQ3), dona da Estácio, anuncia fusão com a Afya e cria gigante em educação médica no Brasil; veja quanto cai no seu bolso
24 de setembro de 2026 - 9:02ALÉM DA PRIVATIZAÇÃO
Privatização da Copasa (CSMG3) chama atenção do mercado, mas Bradesco BBI tem ainda mais motivos para apostar em alta de mais de 38% para a ação
23 de setembro de 2026 - 16:21O PREÇO DA “GENEROSIDADE”
Petrobras (PETR4) caminha para um dos maiores dividendos do mundo. A ação ficou cara demais para comprar agora?
23 de setembro de 2026 - 14:25NOVO FILÃO DE CRESCIMENTO
Maior alta do Ibovespa hoje: Magazine Luiza (MGLU3) sobe na bolsa após decisão de agência do governo; entenda o que mexe com a varejista
23 de setembro de 2026 - 13:58GOVERNANÇA CORPORATIVA
O conselheiro é independente mesmo? Indicação pelo controlador é comum; saiba quando ela vira um problema para a empresa
23 de setembro de 2026 - 12:33SOB PRESSÃO
Braskem (BRKM5) vira campo de batalha: MP questiona processo e credores exigem que Petrobras (PETR4) e IG4 paguem parte da conta
23 de setembro de 2026 - 11:35PROVENTOS
Mais de R$ 600 milhões aos acionistas: confira quem tem direito a receber o JCP da Localiza (RENT4)
22 de setembro de 2026 - 19:27TERMÔMETRO DAS ELEIÇÕES
O mercado já escolheu seu cavalo eleitoral? Banco do Brasil (BBAS3) dispara 26% na bolsa, mas a conta não fecha só com as urnas
22 de setembro de 2026 - 17:03UM BOM NEGÓCIO?
Santander quer comprar seu papel SANB11 — mas o que o minoritário ganha ao trocar as ações por BDRs?
22 de setembro de 2026 - 14:16EXPANSÃO
Vale (VALE3) compra 30% da Ligga por R$ 972,36 milhões e prevê expandir capacidade em quatro vezes; qual o plano da mineradora?
22 de setembro de 2026 - 14:01ABRE E FECHA
JBS (JBSS32) fecha capital e J&F quer ser aberta no Brasil: o que muda para o investidor em ações e debêntures na B3
22 de setembro de 2026 - 11:43DE A PARA B
Entre JBS e J&F: o xadrez financeiro dos irmãos Batista na B3
21 de setembro de 2026 - 19:37PREPAREM O BOLSO
Dividendos e JCP: empresas anunciam mais de R$ 600 milhões aos acionistas; saiba quem paga e quando receber
21 de setembro de 2026 - 19:13SINERGIAS
Fusão com a Afya pode turbinar lucro da Yduqs (YDUQ3) e deixar ação mais barata, segundo Itaú BBA; veja o possível prêmio
21 de setembro de 2026 - 17:41A PENEIRA DOS BANCÕES
Itaú, Bradesco ou Banco do Brasil: BofA escolhe seu favorito na B3 — e deixa uma ação de escanteio
21 de setembro de 2026 - 15:57ALÉM DAS FRONTEIRAS
Petrobras acena com descobertas de gás na Colômbia. Aonde a estatal quer chegar?
21 de setembro de 2026 - 14:04ACESSO AO MERCADO DE CAPITAIS