🔴 AINDA É POSSÍVEL MULTIPLICAR UM INVESTIMENTO POR 270 VEZES COM CRIPTOMOEDAS? – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

POLÍTICA MONETÁRIA

“O Banco Central não se emociona”, diz Galípolo; juro vai se manter restritivo até que inflação chegue à meta de 3%

Em evento da Febraban, o presidente do BC destacou o papel técnico da autarquia para controlar a inflação, sem influência da “questão midiática”

Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo - Imagem: Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Não adianta reclamar, que o Banco Central não vai te ouvir. Essa foi a mensagem central do discurso de Gabriel Galípolo, presidente do BC, em evento com banqueiros nesta segunda-feira (24). Segundo ele, a autoridade monetária não deve se "emocionar" com o clamor popular, referindo-se às críticas aos juros altos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Acho que é importante o Banco Central não se emocionar e não ser uma instituição preocupada em fazer movimentos por questão de mídia ou de mobilização", disse Galípolo durante o almoço anual promovido pela Febraban, a federação dos bancos.

Em sua fala, o presidente do BC disse que a preocupação da autoridade monetária deve ser cumprir o mandato de levar a inflação à meta com rigor técnico, sem se preocupar com a "questão midiática".

O papel da autarquia, pontuou, é seguir critérios técnicos, com transparência para a população. Ele também destacou que é natural que sempre haja argumentações em favor "dos dois lados": juros altos e juros baixos.

Mesmo as críticas do governo em relação à política monetária, Galípolo defendeu que é natural esse posicionamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É um debate que é sempre legítimo, democrático. Se o governo não puder falar, não puder debater, não puder propor, quem vai poder?", indagou o presidente do BC.

Leia Também

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Mega-Sena 3070 encalha e prêmio sobe para R$ 170 milhões; Lotofácil e outras loterias também acumulam

REDUÇÃO DA JORNADA

Senado aprova PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada semanal para 40 horas

Quando os juros vão cair?

O banqueiro central não entrou muito no mérito, apenas mencionou que o BC "depende dos dados" e está ciente do seu compromisso com a meta de inflação de 3%.

Para Galípolo, houve uma diminuição dos riscos de cauda em relação a um aumento da inflação.

"Chegamos ao fim do ano com esses riscos de cauda mais magros, com menos dúvidas e com uma convicção maior de que política monetária, sim, funciona, de que o Banco Central vai atuar sempre que houver qualquer tipo de risco ou ameaça relativo à questão de segurança, ou questão de estabilidade", comentou Galípolo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Galípolo usou a metáfora de que o BC é sempre o "último zagueiro", por quem "a bola não pode passar".

"Esse é o papel do Banco Central. E se o Banco Central fizer o papel dele bem feito, ele [BC] será acusado pelos dois lados: vão existir críticas de que [o corte dos juros] foi feito por pressão ou que foi tarde demais", disse o presidente do BC.

Inflação incômoda

Segundo Galípolo, a diretoria da autoridade monetária ainda está insatisfeita com o nível da inflação, que não deu sinais de convergência para a meta de 3% dentro do período avaliado pelo BC, de 18 meses.

O Boletim Focus desta segunda-feira (24) mostrou que, mesmo no horizonte de 2028, a estimativa do mercado segue acima da meta, com uma inflação de 3,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ainda estamos insatisfeitos. Não estamos onde gostaríamos, por isso seguimos com patamar restritivo de juros”, acrescentou o presidente do BC.

A Selic atual, de 15% ao ano, é o maior nível de juros básicos no Brasil desde 2006. Os agentes do mercado financeiro há meses especulam sobre quando o BC iniciará o ciclo de cortes. A maior aposta neste momento é em março do próximo ano, considerando o processo de desinflação no Brasil, que deve fechar o ano dentro do topo da meta, de 4,5%.

*Com informações do Estadão Conteúdo e do Money Times.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar