Weg (WEGE3) coloca mais um carimbo no passaporte e prepara entrada no mercado eólico dos EUA
Os primeiros passos da companhia serão dados com atividades comerciais de captação de contratos de venda e desenvolvimento da cadeia de fornecedores local

O balanço da Weg (WEGE3) no primeiro trimestre mostrou que a queridinha dos analistas segue a todo vapor, mas o resultado positivo não escondeu um dado que deixou o mercado de cabelo em pé: a demanda por equipamentos eletrônicos industriais (EEI) recuou 8,5% em base anual, com a demanda da China e da Europa por motores de baixa pressão pesando nesse resultado.
As ações da Weg chegaram a ser penalizadas no dia da divulgação do resultado — e a empresa resolveu não esperar de braços cruzados que novas perdas batam à sua porta.
Nesta segunda-feira (6), a Weg anunciou planos de participar do mercado de geração eólica nos EUA. Os investimentos iniciais previstos não foram revelados, mas a empresa informou que não são relevantes e que já estão considerados no orçamento de capital já aprovado.
Apesar do passo no mercado norte-americano, a Weg indicou que segue comprometida com a estratégia e desenvolvimento dos negócios de geração eólica no Brasil e na Índia — atuais mercados de atuação.
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Os planos da Weg nos EUA
Para entrar no mercado de geração eólica nos EUA, a Weg pretende usar a fábrica de motores e geradores de alta tensão, localizada em Minneapolis, no estado norte-americano de Minnesota.
A planta de 45 mil metros quadrados de área construída e cerca de 200 colaboradores produzirá aerogeradores 7.X megawatts (MW).
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Essa mudança de produção será possível porque a unidade da Weg em Minneapolis tem capacidade modular e flexibilidade operacional que permite uma expansão adaptável às necessidades da empresa.
O parque fabril deve estar apto para iniciar o fornecimento dos primeiros equipamentos a partir de 2026.
Enquanto a unidade não está funcionando para a geração de eólica, a Weg dará os primeiros passos com atividades comerciais de captação de contratos de venda e desenvolvimento da cadeia de fornecedores local.
O QUE DIZEM OS ANALISTAS?
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