Com nova parceria firmada, Embraer (EMBR3) vai levar seu ‘carro voador’ para a Escandinávia
As empresas usarão o veículo eVTOL para desenvolver um conceito de operação em que os passageiros da região experimentarão o futuro do transporte elétrico

A Embraer (EMBR3) informou nesta quarta-feira (10) que sua subsidiária Eve assinou um memorando de entendimento com a companhia aérea Widerøe Zero para desenvolver soluções de mobilidade aérea urbana, com foco na implantação de operações de eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, como é chamado oficialmente o "carro voador") na Escandinávia.
Segundo a fabricante brasileira, o relacionamento entre as companhias começou em 2017, quando a Widerøe assinou um pedido de até 15 aeronaves modelo E190-E2. "A maior companhia aérea regional da Escandinávia também é o primeiro cliente da nova geração da família E-Jets E2, iniciando as operações do E190-E2 em abril de 2018, em Bergen, na Noruega", aponta.
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As empresas usarão o veículo eVTOL, de emissão zero e baixo nível de ruído, para desenvolver um conceito de operação, segundo nota da companhia, em que os passageiros experimentarão o futuro do transporte elétrico e um novo modelo de mobilidade sustentável, conectando pessoas que vivem em uma região pouco povoada e com geografia montanhosa.
Como parte dessa colaboração, a Widerøe Zero contribuirá com um exercício de disponibilidade de mercado e um estudo de conceito de operação de veículo na Escandinávia, promovendo o desenvolvimento da Eve no mercado de mobilidade aéreas urbana na região. O eVTOl da Embraer ainda está em desenvolvimento e deve começar a ser entregue em 2026.
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"Nossa parceria com a Eve faz parte do plano para acelerar o desenvolvimento da aviação sustentável na Noruega. Estamos ansiosos com a ampliação da parceria para explorar novas oportunidades para melhorar a conectividade regional", disse Andreas Kollbye Aks, CEO da Widerøe Zero.
"Com a Mobilidade Aérea Urbana, temos uma oportunidade única de projetar um novo ecossistema de mobilidade otimizado: infraestrutura, veículos, operações e sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo", afirma André Stein, presidente da Eve.
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