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combatendo a pandemia

Índia autoriza uso emergencial da vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca

País, que registra segundo maior número de casos no mundo, espera inocular 300 milhões de pessoas em até oito meses

vacina coronavírus
Imagem: Shutterstock

O governo da Índia autorizou neste sábado (2) o uso da vacina contra covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca.

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Segundo o ministro da Informação, Prakash Javadekar, o imunizante recebeu permissão emergencial para uso. “O ano passado começou com o coronavírus. Este ano começou com vacina”, disse ele em entrevista coletiva.

O Reino Unido já tinha autorizado o uso da vacina nesta semana, fazendo a Índia o segundo país a seguir pelo menos caminho.

O país apresenta o segundo maior número de casos de covid-19 em todo mundo, com 10,3 milhões de pessoas infectadas, de acordo com o mais recente levantamento da universidade americana John Hopkins.

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Segundo país mais populoso do mundo, a Índia espera inocular 300 milhões de seus 1,35 bilhão de habitantes nos primeiros seis a oito meses de 2021.

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A vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca deve ser a mais utilizada por países em desenvolvimento. Ela é mais barata – custa US$ 3,16 a dose, contra US$ 10,30 da Coronavac e US$ 19,50 da Pfizer e da BioNTech.

Ela também é de fácil manuseio logístico, não exigindo equipamentos extra, como é o caso do imunizante da Pfizer, que precisa ser mantido abaixo de 70°C, obrigando a compra de refrigeradores especiais.

O governo federal fechou uma parceria para produzir a vacina da Oxford e AstraZeneca no País. A Fiocruz vai fabricar cerca de 100,4 milhões de doses em 2021.

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* Com informações de agências internacionais

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