Unidas reporta lucro líquido de R$ 124 milhões, alta de 44,4% e melhor da história
Empresa registrou uma forte retomada no segmento de Terceirização de Frotas, que apresentou recordes de contratação

Depois da crise do covid-19, a Unidas conseguiu dar a volta por cima e no terceiro trimestre registrou recordes no faturamento e no lucro líquido, sustentado pela expansão de receita em todos os segmentos de atuação da empresa.
O lucro líquido da Unidas no período foi de R$ 124,2 milhões, crescimento de 44,4% na comparação com igual trimestre de 2019, figurando como o maior valor já registrado pela empresa na sua história.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente consolidado da empresa no trimestre foi de R$ 368,8 milhões, crescimento de 12,6% na comparação anual, também recorde para o indicador.
A alta veio pelas fortes expansões dos Ebitdas de Seminovos e de Terceirização de Frotas, além da recuperação apresentada em Aluguel de Carros em relação ao trimestre imediatamente anterior. A margem Ebitda subiu para 63,6%, contra 59,8% um ano antes.
Já a receita da empresa no trimestre foi de R$ 1,756 bilhão, crescimento de 39,6% em 12 meses. No segmento de locação, a receita saltou 6%, para R$ 580 milhões. Já na receita líquida de seminovos, grande destaque, a alta foi de 65,5%, para R$ 1,176 bilhão.
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Setores
A empresa registrou uma forte retomada no segmento de Terceirização de Frotas, que apresentou recordes de contratação. No total, foram 8.996 contratações no trimestre, crescimento de 130% na comparação anual. A empresa disse que no quarto trimestre, o cenário favorável deve continuar, "dado o novo recorde de carros em disputa pela Companhia".
Já no segmento de Aluguel de Carros, a empresa registrou crescimento de 14,3% no número de diárias, para 4.089. A tarifa média diária no trimestre caiu 10,6%, para R$ 61,9.
"Ao final do trimestre, todas as tarifas por canais já estavam maiores ou iguais ao pré-covid", disse a empresa, explicando que a redução anual da tarifa média no terceiro trimestre reflete a mudança do mix de locação, com maior exposição à locações mensais.
"Com a contínua retomada de locações diárias verificada pela Companhia, sobretudo de pessoas físicas, a tarifa média deverá voltar naturalmente aos patamares pré-covid".
A empresa registrou ainda a maior taxa de ocupação desde o primeiro trimestre de 2019, de 79,7%, crescimento de 4 pontos porcentuais na comparação anual.
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