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Turismo em xeque

Setor de turismo manda carta ao governo temendo mais de 1 milhão de demissões

Associações afirmam que medidas do governo federal não resolvem drástica queda de demanda que já fechou 80% dos hotéis, parques e atrações turísticas

Presidente Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro. - Imagem: Alan Santos/PR

As associações ligadas ao setor de turismo no Brasil afirmam que as Medidas Provisórias editadas pelo governo federal, até o momento, não trazem solução para a drástica queda de demanda que já fechou 80% dos hotéis, parques e atrações turísticas do País.

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Em carta aberta ao governo, as entidades dizem temer pela demissão de mais de um milhão de pessoas ligadas ao setor, que vai deixar de movimentar R$ 31 bilhões este ano.

Assinam a carta associações hoteleiras e de parques do Brasil: Resorts Brasil, ABIH, FOHB, FBHA, BLTA, Sindepat, Adibra e Unedestinos. Elas afirmam que não vão suportar o impacto financeiro e que podem ir à falência.

"As restrições às viagens ao redor do mundo em função da Pandemia e a necessidade de isolamento social paralisam a cadeia de turismo e assolam a economia de forma global", dizem na carta.

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Na carta afirmam que não adianta diminuir jornadas de trabalho ou salários, ou autorizar o teletrabalho, já que com parques e hotéis fechados, nem deslocamento de pessoas, não há prestação de serviços nem produção. "Turismo não se estoca. Comunidades e destinos inteiros podem sofrer com o desemprego", alertam.

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