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Disparada no ano

IGP-M sobe 2,67% na primeira prévia de novembro

Com o resultado, o índice - que serve como fator de reajuste para aluguéis - acumula elevação de 21,25% no ano e de 23,79% em 12 meses

Plantação de algodão na SLC Agrícola
As altas nos preços das matérias-primas brutas, como milho e algodão, contribuíram para o avanço do índice. Imagem: Divulgação/SLC

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) voltou a subir na primeira prévia de novembro, atingindo 2,67%, após ter aumentado 1,97% em igual leitura de outubro, informou nesta terça-feira, 10, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula elevação de 21,25% no ano e de 23,79% em 12 meses.

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A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de outubro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 3,48% na primeira medição deste mês, ante avanço de 2,45% na primeira prévia de outubro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, desacelerou a 0,41% na primeira leitura de novembro, depois da elevação de 0,64% em igual período de outubro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 1,31% na primeira prévia de novembro, após expansão de 1,26% na primeira prévia do décimo mês do ano.

Nesta primeira leitura de novembro, a taxa do IPA segue influenciada pelos aumentos dos preços das matérias-primas brutas (2,31% para 4,19%) e dos bens intermediários (2,66% para 3,88%). No primeiro grupo destacam-se milho (5,08% para 17,05%) e algodão (2,42% para 18,26%). No segundo, óleo diesel (-10,09% para 2,15%) e farelo de soja (9,01% para 21,13%), informou André Braz, coordenador dos Índices de Preços.

Já a taxa de variação do IPC apresentou desaceleração com arrefecimento nas taxas dos grupos Alimentação (1,30% para 0,82%) e Vestuário (0,67% para 0,34%).

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No INCC, o grupo materiais, equipamentos e serviços subiu 2,45% e contribuiu para pressão na variação acumulada em 12 meses do indicador da construção, que avançou de 6,19% para 7,88%.

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