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Troca de farpas

China pede aos EUA que não se intrometam em situação na Venezuela

Troca de farpas entre Pequim e Washington acontece no momento em que países tentam solução para guerra comercial

Imagem: Fotos Públicas/Kremlin

Em meio ao agravamento da crise da Venezuela, diversas nações começaram a demonstrar apoio ou repúdio ao governo de Nicolás Maduro.

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Mas a troca de farpas entre Estados Unidos e China deve minar, de novo, as esperanças para uma solução da guerra comercial apesar dos chineses terem confirmados que as discussões ainda devem acontecer.

Ontem, o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino do país.

Logo depois, os Estados Unidos reconheceram e apoiaram a declaração de Guiadó. À imprensa, o presidente Donald Trump disse que não descartava uma intervenção militar no país.

Pequim não gostou nada das declarações e pediu aos EUA que não se intrometessem no país. “A China apoia os esforços do Governo da Venezuela para manter a sua soberania, independência e estabilidade”, afirmou hoje na entrevista coletiva diária a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying.

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“Em 10 de janeiro, a China e muitos outros países e organizações internacionais enviaram representantes à cerimônia de posse do presidente Maduro”, acrescentou a porta-voz da chancelaria, em resposta a uma pergunta sobre se Pequim segue apoiando o citado líder.

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Hua também destacou que o país “se opõe à interferência nos assuntos internos da Venezuela” e desejou que a comunidade internacional faça “esforços neste sentido” para pôr fim à mesma.

O Brasil tomou o lado dos EUA e reconheceu o governo interino.

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