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No vermelho

Prejuízo da Oi triplica no 3º trimestre e chega a R$ 5,747 bilhões

Com esses números, a companhia telefônica apresenta um prejuízo acumulado de R$ 6,738 bilhões em 2019, até setembro

Fachada da loja operadora Oi
Fachada da loja operadora Oi na Avenida Paulista, em São Paulo - Imagem: Estadão Conteúdo/Francisco Carlos Ferreira

A empresa de telefonica Oi apresentou com atraso os seus números do terceiro trimestre. Os resultados da empresa, que se encontra em recuperação judicial desde 2016, refletiram o mal momento vivido pela companhia.

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No terceiro trimestre, a Oi teve um prejuízo líquido consolidado de R$ 5,747 bilhões. O número é 330% maior que o apresentado nos mesmos três meses do ano anterior, quando o resultado havia sido um prejuízo de R$ 1,336 bilhão.

Com esses números, a companhia apresenta um prejuízo acumulado de R$ 6,738 bilhões em 2019, até setembro. Os principais fatores que influenciaram o balanço foram a queda de 8,88% na receita (R$ 5,001 bilhões), a valorização do dólar (que afeta a dívida da empresa) e a baixa contábil de ativos, calculada em R$ 3,342 bilhões, conhecido como impairment.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) calculado segundo a norma contábil IFRS 16,  foi de R$ 1,374 bilhão no terceiro trimestre, dentro da meta prevista para o ano, uma margem de 27,5%.

Já o faturamento caiu nos três segmentos de negócios: móvel, fixo e corporativo. Na categoria residencial a queda foi de 13,5%. No móvel, 2,2% e no corporativo, conhecido como B2B, 7,9%.

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A base de clientes da companhia também sofreu uma diminuição de 6,2%, com o setor mais afetado sendo a de clientes residenciais.

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