A bola de neve do crédito privado
Uma bola de neve está rolando ladeira abaixo no mercado de crédito privado. Esse investimento virou uma espécie de modinha nos últimos meses, como uma alternativa às aplicações conservadoras de renda fixa. Só que muita gente comprou sem entender a regra do jogo. Aí está o problema… As empresas que emitem os títulos aproveitaram a […]

Uma bola de neve está rolando ladeira abaixo no mercado de crédito privado. Esse investimento virou uma espécie de modinha nos últimos meses, como uma alternativa às aplicações conservadoras de renda fixa. Só que muita gente comprou sem entender a regra do jogo. Aí está o problema…
As empresas que emitem os títulos aproveitaram a alta demanda para captar dinheiro barato. Bom para elas, ruim para quem investiu. O jogo ficou mais complicado quando as debêntures passaram a ser vendidas a taxas mais competitivas no mercado secundário.
Com isso, os gestores tiveram que remarcar suas cotas ao preço de mercado, o que culminou em uma perda para os fundos que investiram nelas. E muito investidor viu o fundo dar retorno negativo e pulou fora, engrossando a bola de neve.
O Vinícius Pinheiro está acompanhando o caso de perto. Ele explica aqui o que está acontecendo e traz suas recomendações para quem investiu (ou pretende investir) nesses fundos.
O que esperar dos mercados
Chegamos a mais um dia recheado de expectativas em torno das tratativas entre Estados Unidos e China para um acordo de primeira fase no campo comercial. Ontem, a notícia de que os dois países tiveram a segunda conversa por telefone em duas semanas não chegou a empolgar os investidores.
Por aqui, ontem o dia foi de novo recorde. O dólar fechou a sessão cotado a R$ 4,2125 pela primeira vez na história. O ministro Paulo Guedes recomenda que os investidores se acostumem com um cenário de juros mais baixos e dólar mais alto.
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Em dia que o Ibovespa encerrou com queda de 0,25%, aos 108.914,73 pontos, os grandes destaques foram JBS, CSN e a Vale. No exterior, as bolsas asiáticas fecharam com resultados mistos e os índices futuros de Nova York amanhecem com uma leve alta. Veja o que deve mexer com bolsa e dólar hoje.
Oportunidade ou cilada?

A Black Friday agita o comércio há algum tempo e, de uns anos para cá, chegou também aos investimentos. Corretoras e casas de câmbio dominam a internet com suas “ofertas imperdíveis”. Mas será que é uma oportunidade única mesmo? Ou é cilada, Bino? O Fernando Pivetti te dá algumas dicas para separar o joio do trigo.
Estreia em grande estilo
Depois de ser protagonista da maior listagem do ano, o gigante chinês Alibaba presenteou quem resolveu embarcar na empreitada logo de cara. As ações da companhia em Hong Kong subiram quase 7% no primeiro dia oficial de negociação. Saiba mais.
No divã com Zuck
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, quer entender o internauta - e avisou que vai pagar quem ajudá-lo. A gigante tecnológica anunciou o Viewpoints, um aplicativo de pesquisa de mercado que oferece recompensas pela participação em tarefas. Saiba qual o tema das primeiras questões da empresa.
Se essa rua fosse minha...
Se a Petrobras fosse uma empresa privada comandada por Paulo Guedes, demitiria todos os grevistas. As palavras são do próprio ministro, em resposta à decisão da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de realizar uma greve de cinco dias a partir de ontem.
Agenda
| Indicadores - Estados Unidos divulgam balança comercial de bens de outubro e dados semanais sobre estoques de petróleo - China divulga seu lucro industrial de outubro - Tesouro divulga relatório da dívida pública federal Política |
BALANÇO
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