🔴 JÁ SE IMAGINOU FAZENDO 35 OPERAÇÕES POR MÊS NA BOLSA, EM MÉDIA? CONHEÇA O QUICK TRADE – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Setor aéreo

Voo regional e isenção de mala afastam aéreas estrangeiras

Cade informou que enviará o parecer ao Congresso para discussões sobre o tema. A MP ainda tem de passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Imagem: shutterstock

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) se manifestou contra as alterações na Medida Provisória do setor aéreo que retomaram a franquia de bagagem despachada e incluíram a obrigação de realização de voos regionais no Brasil pelas aéreas estrangeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A MP, que abre o setor aéreo para o capital estrangeiro, foi modificada por uma comissão do Congresso Nacional semana passada. Para o Departamento de Estudos Econômicos do Cade, as modificações podem interferir no ambiente para a entrada de novas empresas aéreas estrangeiras. O entendimento dos técnicos é que barreiras normativas não seriam desejáveis para a ampliação da participação do capital estrangeiro no mercado de aviação civil.

Além da franquia de bagagem, o parecer determina que empresas áreas estrangeiras que venham a atuar no Brasil destinem 5% dos voos para rotas regionais por um prazo mínimo de dois anos. "A medida não garante o desenvolvimento da aviação regional, dado que outros fatores se mostram mais relevantes para esse crescimento, notadamente, infraestrutura e demanda por transporte aéreo", diz a nota.

Para o Cade, a volta da franquia de bagagem afetará negativamente os investimentos no mercado porque impacta diretamente o modelo de negócios das empresas aéreas de baixo custo, que teriam manifestado interesse de entrar no mercado brasileiro. "A entrada desse tipo de empresa acirraria a concorrência com possíveis impactos favoráveis ao consumidor sobre o preço do transporte aéreo, incluindo passagens e despacho de bagagens", diz a nota.

O Cade informou que enviará o parecer ao Congresso para discussões sobre o tema. A MP ainda tem de passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia Também

AGORA VAI?

Oncoclínicas (ONCO3) avança em reestruturação e apresenta novo plano para renegociar R$ 5,7 bilhões em dívidas

MAIS UM RECORDE

Embraer (EMBJ3) tem novo recorde na carteira de pedidos, que totalizou US$ 35,7 bilhões no 3T26; veja os números

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Agência do Banco Bradesco (BBDC4) | Dividendos 22 de outubro de 2026 - 18:07
22 de outubro de 2026 - 17:58
weg ação wege3 22 de outubro de 2026 - 17:18
Prédio da JBS (JBSS3) 22 de outubro de 2026 - 14:22
Fachada da sede da Bradsaúde (SAUD3), na Avenida Paulista, em São Paulo. 22 de outubro de 2026 - 13:03
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 21 de outubro de 2026 - 16:23
weg wege3 ações balanço 21 de outubro de 2026 - 14:19
Fachada da sede da Bradsaúde (SAUD3), na Avenida Paulista, em São Paulo. 21 de outubro de 2026 - 11:13
Fachada da unidade Vamos Seminovos, com estrutura moderna em vermelho e cinza, dedicada à venda de caminhões e máquinas usadas do Grupo Vamos, sob céu azul e dia ensolarado. 20 de outubro de 2026 - 18:45
Fachada do Banco Inter. 20 de outubro de 2026 - 16:25
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar