🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Setor aéreo

Voo regional e isenção de mala afastam aéreas estrangeiras

Cade informou que enviará o parecer ao Congresso para discussões sobre o tema. A MP ainda tem de passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Imagem: shutterstock

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) se manifestou contra as alterações na Medida Provisória do setor aéreo que retomaram a franquia de bagagem despachada e incluíram a obrigação de realização de voos regionais no Brasil pelas aéreas estrangeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A MP, que abre o setor aéreo para o capital estrangeiro, foi modificada por uma comissão do Congresso Nacional semana passada. Para o Departamento de Estudos Econômicos do Cade, as modificações podem interferir no ambiente para a entrada de novas empresas aéreas estrangeiras. O entendimento dos técnicos é que barreiras normativas não seriam desejáveis para a ampliação da participação do capital estrangeiro no mercado de aviação civil.

Além da franquia de bagagem, o parecer determina que empresas áreas estrangeiras que venham a atuar no Brasil destinem 5% dos voos para rotas regionais por um prazo mínimo de dois anos. "A medida não garante o desenvolvimento da aviação regional, dado que outros fatores se mostram mais relevantes para esse crescimento, notadamente, infraestrutura e demanda por transporte aéreo", diz a nota.

Para o Cade, a volta da franquia de bagagem afetará negativamente os investimentos no mercado porque impacta diretamente o modelo de negócios das empresas aéreas de baixo custo, que teriam manifestado interesse de entrar no mercado brasileiro. "A entrada desse tipo de empresa acirraria a concorrência com possíveis impactos favoráveis ao consumidor sobre o preço do transporte aéreo, incluindo passagens e despacho de bagagens", diz a nota.

O Cade informou que enviará o parecer ao Congresso para discussões sobre o tema. A MP ainda tem de passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia Também

ALÍVIO ADIANTE?

Cosan (CSAN3) dispara quase 20% em dois dias com aposta em desalavancagem e possível venda de fatia da Compass

NOVA FRONTEIRA

Revolut prepara ofensiva de US$ 1 bilhão na América Latina: o plano da fintech para crescer no Brasil e conquistar novos mercados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem com um imóvel e saco de dinheiro para representar crédito imobiliário 5 de novembro de 2026 - 14:18
Fachada da Arena Magalu, em São Paulo. Paredes azuis e placa na parte superior com os dizeres "Magalu" em led branco. Portas transparentes com duas pessoas entrando 4 de novembro de 2026 - 14:45
Aeris (AERI3), fabricante de pás eólicas 4 de novembro de 2026 - 10:06
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 3 de novembro de 2026 - 18:37
Fachada de escritório do Nubank (ROXO34). 3 de novembro de 2026 - 17:47
Pessoas usando headsets em cabines com computadores em um escritório de atendimento. 2 de novembro de 2026 - 14:00
vale vale3 ação varejo 31 de outubro de 2026 - 16:11
CSN Cimentos IPO CSNA3 CMIN3 recompra de ações 30 de outubro de 2026 - 10:26
Vale 29 de outubro de 2026 - 20:27
Petrobras (PETR4). 29 de outubro de 2026 - 18:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar