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Cortes para manter crescimento

Economia da China enfrenta nova pressão baixista, diz primeiro-ministro chinês

Li Keqiang afirmou que é preciso manter o crescimento econômico dentro de um intervalo razoável para evitar ondas de demissões

Notas de yuan, moeda da China -

O governo da China vai considerar cortes nas taxas de juros e na taxa de reservas compulsórias dos bancos para conter novas pressões sobre a economia, disse o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, nesta sexta-feira, 15.

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Em coletiva de imprensa ao final do Congresso Nacional do Povo, Li afirmou que Pequim precisa manter o crescimento econômico dentro de um intervalo razoável para evitar ondas de demissões.

A economia chinesa registrou, em 2018, o crescimento mais lento em quase 30 anos, e o ritmo de desaceleração permanece no início de 2019. Em resposta ao enfraquecimento da atividade econômica, no começo deste mês o governo cortou impostos para o setor industrial, entre outros, e anunciou um aumento da emissão de títulos do governo local para estimular os investimentos em infraestrutura.

Em uma tentativa de compensar a perda de receita com os cortes de impostos, Li disse que o governo central levantou cerca de 1 trilhão de yuans (US$ 148,8 bilhões) ao recolher dividendos mais altos de instituições financeiras estatais e outras empresas públicas. Além disso, também foi demandando um corte de gastos de governos de todos os níveis.

O premiê disse ainda esperar que a China e os Estados Unidos consigam chegar a um acordo mutuamente benéfico em suas negociações comerciais.

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