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Blindagem à volatilidade

Petrobras quer (ainda) mais flexibilidade na política de preços do diesel

Em comunicado ao mercado, estatal quer se blindar em momentos de maior volatilidade do mercado tendo a opção de alterar frequência dos reajustes diários

Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro, PETR4
Fachada da Petrobras (PETR4). - Imagem: Shutterstock

A diretoria executiva da Petrobras aprovou nessa quinta-feira, 27, mecanismo de proteção complementar visando dar flexibilidade adicional à gestão da política de preços do diesel, assim como já existe para a gasolina, conforme divulgado ao mercado no dia 6 de setembro.

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Em comunicado ao mercado a estatal diz que entende ser importante implementar mecanismos que lhe permitam, em momentos de elevada volatilidade no mercado, ter a opção de alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno, podendo até mantê-lo estável por curtos períodos de tempo, de até sete dias, conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral.

"A companhia terá a opção de aplicar o mecanismo após o encerramento do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel da União, previsto para 31 de dezembro, sempre que julgar necessário, e de forma a conferir um resultado financeiro equivalente ao que seria obtido com a política de preços vigente da companhia", diz.

A Petrobras ressalta que os princípios de preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado continuam em vigor, assim como a correlação com as variações do preço do diesel no mercado internacional e a taxa de câmbio.

*Com Estadão Conteúdo
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