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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Criptomoedas

Seis bancos entram na mira do Cade

Instituições serão investigadas por suposta perseguição a corretoras de criptomoedas.

19 de setembro de 2018
8:50 - atualizado às 16:29
Inquérito investigará suposta perseguição dos bancos a corretoras de criptomoedas. Imagem: Shutterstock

O Conselho Administrativo da Defesa Econômica (Cade) abriu nesta terça-feira (19) um inquérito administrativo contra seis bancos para investigar se eles prejudicaram corretoras de criptomoedas, como bitcoins.  Serão investigados o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Banco Inter e Sicredi.

Perseguidos

A denúncia foi realizada pela Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), que acusa as instituições de 'peseguirem' as corretoras do setor, fechando contas dessas empresas ou até mesmo se negando a abrir contas para a compra da moeda virtual.

"As informações trazidas aos autos parecem demonstrar que, de fato, os principais bancos estão impondo restrições ou mesmo proibindo o acesso de corretoras de criptomoedas ao sistema financeiro, o que pode trazer prejuízos a essas corretoras", concluiu a superintendência do Cade.

Atividades Ilícitas

Segundo o Estado de S. Paulo, em resposta à denúncia, o BB disse, em nota, que prestou todas as informações solicitadas pelo Cade. O Itaú Unibanco informou que "colaborará com o Cade nos esclarecimentos necessários" e o Bradesco, Santander, Banco Inter e Banco Sicredi não comentaram.

Ao Cade, os bancos alegaram que encerram as contas por entender que essas não seguem precauções para evitar atividades ilícitas.

* Com Estadão Conteúdo

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