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Relação comercial entre UE e Reino Unido pós-Brexit não deve ser “livre de atritos”

Documento obtido por jornal britânico indica o tom da negociação do Brexit e quais devem ser os caminhos que o país seguirá após abandonar o bloco

22 de novembro de 2018
11:09
Imagem: shutterstock

A relação comercial entre a União Europeia e o Reino Unido após o Brexit não deve ser "livre de atritos".

Ao menos é isso que mostra um documento vazado nesta quinta-feira, 22, que deve ser aprovado pelo bloco até o próximo domingo, segundo o jornal britânico "The Guardian".

A primeira-ministra britânica, Theresa May, deve falar sobre o documento ainda hoje.

As delegações de negociadores de Bruxelas e Londres consentiram em torno do respeito à "integridade" tanto do mercado comum e da união aduaneira da UE quanto do mercado interno do Reino Unido, ao mesmo tempo em que as duas partes perseguem a criação de uma área de livre comércio com competição "aberta e justa". Além disso, o respeito ao desenvolvimento de uma política comercial britânica "independente" também foi incluído no texto.

"Com a visão de facilitar o movimento de bens através de fronteiras, as partes vislumbram arranjos abrangentes que criarão uma área de livre comércio, combinando uma profunda cooperação regulatória e aduaneira, sustentada por provisões assegurando um campo de jogo nivelado para a competição aberta e justa", diz o esboço.

Também se destaca na declaração que a futura parceria econômica deve garantir que não haja tarifas, taxas ou encargos em vigor no comércio bilateral.

Sobre serviços financeiros, o documento aponta que Londres e Bruxelas "devem começar a avaliar a equivalência [regulatória e de supervisão] com respeito um ao outro [...] tão logo quanto possível após a retirada do Reino Unido da União, esforçando-se para concluir essas avaliações antes do fim de junho de 2020".

Uma cooperação estreita nas áreas de distribuição e fornecimento eletricidade e gás também é pleiteada na minuta escrita pelos negociadores. Quando ao período a partir de 1º de janeiro de 2021, quando se prevê que a retirada britânica esteja consumada, a declaração estipula conferências de alto escalão a cada seis meses para discutir o "progresso e consentir, tanto quanto possível, em torno de ações para seguir adiante".

*Com Estadão Conteúdo 

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