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2019-02-12T11:03:02+00:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Vai vender?

Presidente da BB Seguridade diz que não há indicação sobre nova oferta de ações da empresa

Empresa que reúne participações do Banco do Brasil em seguros está na lista de privatizações do governo Bolsonaro. Ações reagem em queda a resultado abaixo do esperado em 2018

12 de fevereiro de 2019
11:03
Fachada do Banco do Brasil
Fachada do Banco do Brasil - Imagem: Shutterstock

O resultado da BB Seguridade, empresa que reúne as participações em seguros e previdência do Banco do Brasil, ficou abaixo do esperado pelo mercado e pela própria companhia. Mas a reação dos investidores foi bem previsível: as ações da companhia eram negociadas em queda de 2,44% pouco antes da 11h, enquanto o Ibovespa subia 1,43% no mesmo horário.

A BB Seguridade registrou lucro de R$ 3,549 bilhões em 2018, uma redução de 9,3% em relação a 2017.

O Banco do Brasil detém 66,25% do capital da companhia. Embora a BB Seguridade esteja na lista do governo Bolsonaro para uma possível privatização, o presidente da empresa, Bernardo Rothe, disse hoje a jornalistas que não recebeu indicação para a venda de uma participação em uma nova oferta de ações.

Fim do carregamento pesa

Os resultado da BB Seguridade em 2018 foi prejudicado por dois fatores, segundo o diretor de financeiro e de relações com investidores da companhia, Werner Süffert.

O primeiro foi a alta da inflação medida pelo IGP-M, que aumentou a despesa dos planos de benefício definido da Brasilprev , a empresa de previdência do BB.

"Esse produto não é mais vendido, mas acabou elevando o custo dos passivos financeiros da empresa", disse Süffert, em teleconferência com analistas na manhã de hoje.

O fim da cobrança da taxa de carregamento nos planos de previdência no ano passado também pesou nos resultados da empresa, segundo o diretor.

"Esse movimento já era previsto, mas com a mudança no mercado acabou acontecendo de forma mais drástica", afirmou. No ano passado, os grandes bancos finalmente cederam ao aumento da concorrência no mercado de investimentos e zeraram as taxas de carregamento nos planos VGBL e PGBL.

Dias melhores virão

Após o resultado fraco em 2018, a expectativa da BB Seguridade é mais otimista para este ano, com um aumento de 5% a 10% no lucro.

A estimativa já considera um possível retorno da alíquota da CSLL para 20% a partir do segundo semestre, segundo Rothe.

A projeção da BB Seguridade também considera que a taxa básica de juros (Selic) permanecerá estável ao longo do ano. O juro é importante para a companhia, já que parte dos resultados vem da linha financeira.

*Com Estadão Conteúdo

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