Menu
Em negociação

Petrobras retomará publicação de novos projetos de desinvestimentos após STF

Companhia informou que retomará a publicação de eventuais oportunidades relacionadas a novos projetos de desinvestimentos de Exploração & Produção

14 de janeiro de 2019
11:01 - atualizado às 11:02
Imagem: shutterstock_

Após decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) assinada na última sexta-feira, 11, a Petrobras informa que retomará a publicação de eventuais oportunidades relacionadas a novos projetos de desinvestimentos de Exploração & Produção, "seguindo o curso normal de seus negócios".

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, decidiu derrubar uma decisão do ministro Marco Aurélio Mello, de 19 de dezembro, na ação direta de inconstitucionalidade de nº 5942, que comprometia a venda de ativos pela estatal, até o seu julgamento pelo plenário.

A decisão de Toffoli restaura a vigência do decreto 9.355 de 2018 e vale até o dia 27 de fevereiro, quando o plenário do Supremo vai analisar uma ação do Partido dos Trabalhadores que contesta a medida.

No mesmo comunicado, a Petrobras diz que encaminhou para a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) a informação de que está em processo de desinvestimento em cerca de 70% das suas 254 concessões em campos maduros em terra e águas rasas, "solicitando prazos compatíveis para sua conclusão pelo fato de a Petrobras seguir sistemática interna de desinvestimentos validada pelo Tribunal de Contas da União (TCU)".

Quer nossas melhores dicas de investimentos de graça em seu e-mail? Cadastre-se agora em nossa newsletter
Comentários
Leia também
Para reduzir dívida

Casino fecha venda de 26 hipermercados e supermercados

Negócio é avaliado em 501 milhões de euros (US$ 569,2 milhões); pelo acordo assinado com a Fortress, o Casino receberá cerca de 392 milhões de euros no primeiro semestre do ano

Em dezembro

Indústria e varejo da China superam expectativas, mas avanço do PIB é o menor em 28 anos

Produção industrial chinesa subiu 5,7% em dezembro na comparação anual; analistas previam uma desaceleração, com ganho de 5,3%

Caso Queiroz

Flávio Bolsonaro reclama que não teve oportunidade de esclarecer movimentações

Nas entrevistas, o senador eleito afirmou que o pagamento de R$ 1.016.839 milhão de um título da Caixa Econômica Federal, registrado pelo Coaf como movimentação atípica, é referente ao valor da quitação da dívida de um apartamento

Dívida corporativa

Por que as debêntures devem ser as estrelas do investimento em renda fixa em 2019

Esse fenômeno já começou. Em 2018, as captações de recursos pelas empresas brasileiras diretamente de investidores no mercado de capitais atingiram quase R$ 200 bilhões, um crescimento de 19% e praticamente o dobro de 2016. Confira o que faz as perspectivas para este ano serem ainda melhores.

Renda fixa

O que você precisa saber antes de investir em uma emissão de debêntures

Investir em debêntures pode ser uma alternativa para quem busca mais de rentabilidade nas aplicações de renda fixa. Mas como tudo no mundo dos investimentos, o maior retorno vem acompanhado de mais riscos

A Bula do Mercado

Mercado entre China e Davos

PIB da China abre semana marcada por expectativa pela participação do governo Bolsonaro em Davos

Desânimo

Para JP Morgan, aumentou a chance de recessão nos EUA nos próximos 12 meses

Banco projeta uma probabilidade de 42,9% de contração na economia americana, contra uma projeção anterior de 40,8%

Indústria automobilística

Sindicato reage à ameaça de saída da GM do país, e montadora marca reunião com trabalhadores

Presidente da montadora para a América do Sul havia divulgado comunicado dizendo que “investimentos e o futuro” do grupo no país dependiam de volta da lucratividade em 2019

Sufoco

Empresas de alimentos concentram maior débito entre as mais endividadas

BRF, Marfrig e JBS tentam reduzir endividamento; siderúrgicas e outras empresas de infraestrutura também têm dificuldades

Alívio

Dívida das empresas abertas cai 17,7%, mas investimento ainda deve demorar

Movimento de reestruturação e redução das dívidas é puxado por Petrobras e Vale; cautela das empresas e capacidade ociosa, porém, ainda é grande

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu