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Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Eleições 2018

O mercado de seguros já garantiu o seu no novo governo – seja lá quem for o presidente

CNSeg distribuiu um documento aos presidenciáveis com propostas e projetos para o setor de seguros no país

3 de outubro de 2018
14:26 - atualizado às 18:01
Documento com pedidos da CNSeg foi enviado a todos os presidenciáveis -

Independentemente de quem saia vitorioso nas eleições presidenciais, é comum observar diversos setores da economia buscando garantir seus espaços dentro do novo governo. A Confederação das Seguradoras (CNSeg) é uma das entidades que procurou os presidenciáveis durante a campanha para pedir que suas demandas sejam discutidas.

O presidente da CNSeg, Marcio Coriolano, disse nesta quarta-feira, 3, que entregou as propostas para estimular o mercado de seguros no Brasil a todos os presidenciáveis. O documento teria 22 propostas, mas segundo Coriolano nenhuma delas necessariamente precisaria ser colocada em prática.

"Todas as propostas têm endereçamento correto e já estão no Ministério do Planejamento, na Fazenda, no Congresso Nacional, prontas para serem rediscutidas ou relançadas. Todas estão bastante avançadas”, Marcio Coriolano, presidente da CNSeg

 

Essa não foi a primeira vez que a Confederação enviou propostas para presidenciáveis. Em eleições anteriores o documento também foi enviado, porém com um abordagem diferente. A CNSeg neste ano apostou em uma publicidade maior do material enviado às campanhas.

Como não poderia faltar, a pauta das reformas também foi colocada no meio do documento. Coriolano é outro defensor das mudanças fiscais no país e disse que o novo presidente não vai conseguir se esquivar delas.

“Quem quer que seja presidente da República ou Congresso não vai poder deixar de enfrentar questões de infraestrutura, previdenciária e o seguro rural”

Além dos velhos temas fiscais, as 22 medidas do mercado de seguros incluem a ampliação das vendas do setor e do acesso dos consumidores ao seguro. Também consta na lista a elevação dos canais de distribuição com a regulação do agente de seguros, além de propostas para produtos destinados às pequenas e microempresas e ao aprimoramento da regulação para defesa do segurado.

*Com Estadão Conteúdo.

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