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Entre extremos

Mercedes-Benz mira mercado asiático diante de incertezas políticas no Brasil

Segundo presidente de companhia alemã no Brasil, planos da montadora em injetar R$ 2,4 bilhões por aqui até 2022 não corre riscos

15 de outubro de 2018
11:20 - atualizado às 11:27
Planos de injetar R$ 2,4 bilhões no Brasil até 2022 não corre riscos, segundo executivo Imagem: shutterstock

O presidente da Mercedez-Benz no Brasil, Philipp Schiemer, vem tendo dificuldades em convencer a matriz alemã em investir por aqui.

Com a incerteza política e econômica do país, segundo Schiemer, os executivos estão direcionando os investimentos que poderiam fazer aqui para os mercados asiáticos.

Apesar disso, ele garante que os planos da montadora de injetar R$ 2,4 bilhões por aqui até 2022 não corre riscos.

"O ciclo de investimento é de longo prazo, então, uma vez tomada a decisão, não se muda. Mas, quando estamos discutindo investimentos para 2023 e 2024, eu fico preocupado", disse o executivo em evento do setor automotivo em São Paulo, promovido pela editora AutoData.

Schiemer lamentou que a eleição presidencial brasileira está sendo disputada por dois lados "extremos", mas que trabalhará com os dois lados. "Vamos ter que aceitar isso, vamos trabalhar com qualquer um", disse"

Schiemer afirmou ainda que, infelizmente, a economia brasileira "é muito dependente da política", mas que, no momento, tem havido uma trégua, uma vez que, apesar da incerteza eleitoral, o mercado de caminhões tem crescido - a Mercedes-Benz tem duas fábricas de veículos pesados no Brasil, uma em São Bernardo do Campo e outra em Juiz de Fora.

"Essa trégua está ocorrendo porque a inflação está baixa e os juros estão baixos para os padrões brasileiros, e os bancos estão com um pouco mais de apetite ao risco, e há uma necessidade de renovação de frota", disse.

*Com Estadão Conteúdo

 

 

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