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analisando a conjuntura

Recuperação esperada da economia global não aconteceu, diz presidente do Banco da Inglaterra

Mark Carney falou logo depois que o presidente Trump anunciou que estava endurecendo as tarifas sobre as importações chinesas

24 de agosto de 2019
16:38 - atualizado às 16:43
presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney
O presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney. - Imagem: Shutterstock

O único fator que impulsionou a mais recente desaceleração da economia global foi a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, disse o presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney. Ele falou nesta sexta-feira durante o simpósio anual do Federal Reserve de Kansas City no Parque Nacional Grand Teton.

O presidente da autoridade monetária disse que as perspectivas de crescimento global estão diminuindo devido a disputa entre as duas potências, criando novos desafios para os formuladores de políticas econômicas. "A recuperação que esperávamos no crescimento global não ocorreu", disse.

"Quando analisamos esse cenário, ele não acontece por causa da política do Fed. Não é por causa das condições financeiras globais. Não é por causa da desalavancagem chinesa, que foi suspensa", disse, sugerindo a responsabilidade do conflito tarifário entre EUA e China.

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Mais tarifas

Carney falou logo depois que o presidente dos EUA anunciou que estava endurecendo as tarifas sobre as importações chinesas, depois que Pequim divulgou alta de taxas sobre produtos norte-americanos, um dia antes da reunião de cúpula do G7, que acontece hoje na França.

Carney repetiu as preocupações de outros banqueiros centrais reunidos em Jackson Hole de que a guerra comercial estava prejudicando a confiança dos negócios, levando a uma retração visível no investimento, que poderia eventualmente comprometer o crescimento do emprego, que vem apresentando boa evolução.

"As boas notícias sobre os desempenhos das empresas, ao longo dos últimos 12 meses, estão cedendo às pioras das expectativas em relação ao segundo trimestre deste ano e para 2020", disse ele.

*Com informações da Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo

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