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Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Eleições 2018

Governo Bolsonaro será pautado por austeridade, transparência e honestidade, diz General Augusto Heleno

Em entrevista conselheiro de Bolsonaro reafirma tendência liberal na área econômica e privatizações, mas não de empresas estratégicas

7 de outubro de 2018
23:09
Jair Bolsonaro, candidato à presidência nas Eleições 2018 - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em entrevista à "TV Bandeirantes”, o general Augusto Heleno, conselheiro de Jair Bolsonaro, disse que um governo dele será pautado por três pilares: austeridade, transparência e honestidade.

Para o general, que chegou a ser cogitado para ser vice na chapa com Bolsonaro, os parlamentares terão de modificar seus padrões de conduta regidos pelo “toma lá, dá cá”. Para Heleno, os parlamentares vão estar ao lado de Bolsonaro para que os projetos sejam eficientes. "Temos que acreditar nisso. Os brasileiros que têm o mínimo de patriotismo na alma têm de lutar para isso acabar”, disse ao ser questionado sobre a composição do Congresso e a dificuldade de acabar com a prática da troca de cargos e espaço no governo votos no Congresso.

Segundo o General, o que é básico na economia de um governo Bolsonaro é a tendência liberal dada por Paulo Guedes. Na sequência, Heleno disse que anunciam coisas “absurdas” como o fim do 13º salário. Sobre privatizações, ele reafirmou que empresas de cunho estratégico não serão privatizadas, mas que há outras tantas que dão prejuízo e serão extintas.

Questionado sobre a reforma da Previdência e eventual adoção de idade mínima, Heleno disse que o tema terá de ser discutido amplamente, por ser polêmico e por gerar prejuízos para algumas carreiras e ganhos para outras. O que todos concordam, segundo o general, é que não dá para seguir com a Previdência como está, caminhando para um esgotamento de recursos.

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