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Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Mercados

Eleições seguem preocupando o investidor e Ibovespa fecha em queda de 0,19%

Principal índice da B3 encerrou o dia aos 78,168 pontos

19 de setembro de 2018
10:22 - atualizado às 22:47
Preocupação - Imagem: Shutterstock

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo fechou em queda de 0,19% nesta 4ª feira (19), aos 78.168 pontos, e interrompeu a sequência de três dias de altas.

O Ibovespa esteve no terreno positivo na maior parte do pregão e na máxima do dia alcançou os 79 mil pontos. Mas no fim da tarde passou a cair em meio às perspectivas dos analistas com relação ao desfecho da corrida presidencial.

Digerindo o susto

O mercado passou o dia todo digerindo o resultado do Ibope divulgado ontem à noite, que mostrou ascensão de 11 pontos de Fernando Haddad (PT) assumindo a segunda posição no primeiro turno e com chances reais de passar para a segunda etapa.

Mesmo com o candidato do PSL Jair Bolsonaro na liderança da corrida, a especulação com relação aos próximos passos das eleições aumentaram. Amanhã é a vez do Datafolha divulgar sua mais nova pesquisa.

Ainda tem Selic

Outro assunto que promete ser foco de atenção é a definição do Copom sobre a taxa Selic, que vai ser anunciada na noite de hoje (19). Mesmo com todos no mercado esperando pela manutenção da taxa na mínima histórica de 6,5% ao ano, os analistas devem ficar atentos ao comunicado do BC à procura de pistas sobre um ciclo de altas nos juros.

Toma lá, dá cá

O mercado também continua atento a definições no exterior, com os desdobramentos da guerra comercial entre EUA  e China. Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou tarifas de 10% sobre o valor de US$ 200 bilhões em importações chinesas com a previsão de aumentar-las para 25% no início de 2019.

 

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