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Sob pressão da concorrência

Caixa é último banco a cortar taxas para investir no Tesouro Direto

Bradesco, BB, Itaú e Santander já tinham zerado as taxas para competir com corretoras independentes.

19 de outubro de 2018
14:58 - atualizado às 12:54
Agência da Caixa Econômica Federal em São Paulo - Imagem: Itaci Batista/Estadão Conteúdo

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira, 19, isenção da taxa de administração para todos seus clientes que aplicam no Tesouro Direto.

A taxa anteriormente cobrada pela instituição era de 0,4% ao ano.

Segundo o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Arno Meyer, o objetivo é manter uma cesta de produtos e serviços competitivos, associada à solidez do banco.

'Efeito XP'

Em setembro, o Banco do Brasil já havia zerado as taxas cobradas em operações de investimento no Tesouro Direto, renda fixa e previdência privada. As novas condições passaram a valer a partir do dia 21.

O Santander também estendeu a todos os seus clientes a isenção da taxa de corretagem para investimentos no Tesouro Direto. Os clientes cadastrados na Santander Corretora desde o dia 12 de setembro já contavam com a isenção. Já aqueles que se cadastraram antes dessa data tiveram a taxa zerada a partir do dia 21.

O movimento que levou os bancos a zerarem a taxa de corretagem no Tesouro Direto vem sendo intitulado "Efeito XP" fazendo referências às corretoras, que já contam com essa isenção há algum tempo.

O Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a Bolsa de Valores (B3) para negociação (compra e venda) de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

O valor mínimo para investimento é de apenas R$ 30, desde que seja múltiplo de 1% do valor do título a ser adquirido. Neste tipo de aplicação, o próprio cliente realiza a compra e venda de seus títulos de forma eletrônica, como desejar, com liquidez diária.

Quer saber mais sobre o Tesouro Direto? Veja o guia completo do Seu Dinheiro.

*Com Estadão Conteúdo

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