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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
As novas 'milhas'?

Brasil terá criptomoeda direcionada ao varejo em novembro

Desenvolvida em São José dos Campos com apoio do Instituto Tecnológico Aeronáutico, a Wibx já custou R$ 5 milhões

13 de outubro de 2018
10:16 - atualizado às 11:17
Desenvolvimento da criptomoeda já custou R$ 5 milhõesImagem: shutterstock

A primeira criptomoeda do mundo direcionada às marcas e consumidores no setor de varejo será lançada em novembro. A informação é da coluna Broadcast, do Estadão, desse sábado (12).

A Wibx foi desenvolvida em São José dos Campos e já consumiu R$ 5 milhões de investimentos em três anos, com o apoio do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software do ITA (Instituto Tecnológico Aeronáutico).

Troca de pontos

Na prática, vai funcionar como um sistema de pontuação de milhas. Para efetuar uma compra usando sua pontuação, o consumidor deverão acessar a plataforma do Wibx. Haverá ainda a flexibilidade de trocá-los por outras critpomoedas, segundo o coluna.

Não autorizado

Como os tokens estão relacionados a um uso específico, são chamados de utility tokens, e, portanto, não são passíveis de regulação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é focada em ativos mobiliários. Assim, a oferta inicial da moeda (ICO, na sigla em inglês) não exige uma aprovação do xerife do mercado de capitais e será feita em uma plataforma virtual - um site - onde um white paper - similar a um prospecto das ofertas de ações - está disponível aos interessados.

Expectativa

Serão oferecidos 12 bilhões de tokens, com um valor final previsto em US$ 0,04 por unidade de token. Esse processo de oferta deve terminar em fevereiro do ano que vem, de acordo com as estimativas dos sócios. O projeto tem respaldo jurídico do Felsberg Advogados.

*Com Estadão Conteúdo

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