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2019-01-14T11:00:29+00:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco) e “Abandonado” (Geração).
Bancos

Bradesco faz mudanças no alto escalão e reduz número de vice-presidentes

Na nova estrutura, a diretoria executiva será composta por três grandes áreas voltadas à negócios (varejo, alta renda e atacado), enquanto uma unidade ficará dedicada à infraestrutura, tecnologia e recursos humanos

14 de janeiro de 2019
10:33 - atualizado às 11:00
Bradesco
Imagem: shutterstock

Na primeira grande mudança no alto escalão desde que Octavio de Lazari assumiu a presidência, em março do ano passado, o Bradesco promoveu uma mudança significativa no alto escalão, que incluiu a redução no número de vice-presidências de seis para quatro.

Na nova estrutura, a diretoria executiva será composta por três grandes áreas voltadas aos clientes, enquanto uma unidade ficará dedicada à infraestrutura, tecnologia e recursos humanos.

Nas áreas de negócios, o vice-presidente Eurico Fabri será responsável por todo o segmento de varejo do banco. O atendimento aos clientes de alta renda ficará com o vice-presidente Cassiano Scarpelli. E as operações no atacado ficarão na alçada de Marcelo Noronha.

A quarta vice-presidência, responsável pelas áreas de apoio do banco, ficará com o vice-presidente André Cano.

Na dança das cadeiras, Josué Augusto Pancini e Mauricio Minas, que acumulavam os cargos de conselheiros e de vice-presidentes, passam a atuar exclusivamente no conselho.

Briga de gigantes

Com a mudança, a estrutura de comando do Bradesco fica mais parecida com a do rival Itaú Unibanco, que conta com duas diretorias gerais, nas áreas de varejo e atacado, e três vice-presidências.

Nos últimos anos, enquanto se concentrou no processo de incorporação do HSBC Brasil, o Bradesco ficou para trás na briga dos grandes bancos pela rentabilidade. Mas os números mais recentes mostraram que o banco voltou com força para a disputa.

No terceiro trimestre, a rentabilidade ficou em 19%, uma alta de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período. Embora não tenha sido suficiente para superar o Santander, que teve um retorno de 19,5%, o resultado recolocou o banco na disputa pelo segundo lugar.

De janeiro a setembro, o banco lucrou R$ 15,734 bilhões, alta de 11,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado de 2018 será divulgado no próximo dia 31.

Promoções e saídas

Junto com as alterações na estrutura de comando, o Bradesco anunciou as promoções de Bruno D'Ávila Melo Boetger (Corporate/BBI), Guilherme Muller Leal (Alta Renda/Prime), João Carlos Gomes da Silva (Varejo) e Rogério Pedro Câmara (TI) para diretores executivos gerentes.

Para diretores executivos adjuntos, o banco promoveu Leandro Miranda, que estava no Bradesco BBI e passa a ser responsável pelo Departamento de Relações com o Mercado e pelas corretoras do Banco, além de Edson Marcelo Moreto (Crédito), José Sérgio Bordin (Varejo), Roberto de Jesus Paris (Tesouraria) e Antonio José da Barbara (Secretaria Geral).

As mudanças no banco começaram na sexta-feira, com a saída de Denise Pavarina, que ocupava a diretoria de relações com investidores.

E você, o que achou das mudanças no Bradesco? Comente logo abaixo ou me siga lá no Twitter.

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