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5 bilionários que abandonaram o ensino médio: de Jay-Z a Richard Branson

Histórias de pessoas que abandonaram a faculdade para empreender são comuns – alguns até se tornaram bilionários. Mas deixar o ensino médio de lado para se tornar super rico é uma trajetória ainda menos comum da sociedade

31 de outubro de 2019
13:35 - atualizado às 13:55
jay-z
Em junho deste ano Jay-Z passou a figurar na lista de bilionários da Forbes. - Imagem: Shutterstock

Histórias de pessoas que abandonaram a faculdade para empreender são comuns entre os grandes executivos - alguns até se tornaram bilionários, como é o caso do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ou mesmo de Bill Gates, da Microsoft.

Muito menos comum é o caso de pessoas que deixaram de lado o ensino médio para empreender, tornando-se não apenas ricas, com uma vida confortável, - mas bilionárias.

Lá fora chamado de high school, esse nível escolar foi abandonado por algumas pessoas que hoje são celebridades e estão constantemente na lista dos mais ricos do mundo. Confira abaixo alguns exemplos.

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Richard Branson

Richard Branson não concluiu o ensino médio. Disléxico, o fundador do Virgin Group deixou a escola aos 16 anos. Logo após o abandono, ele começou seu primeiro negócio: uma revista para estudantes.

Depois desse empreendimento, o executivo fundaria uma gravadora que entregava pedidos por correio. Mais tarde essa empresa se tornaria a famosa Virgin Records.

A marca cresceu nos anos 1980 e o bilionário ainda fundou uma companhia área, a Virgin Atlantic, entre tantas outras. O britânico hoje tem um patrimônio de US$ 3,9 bilhões, segundo a Forbes.

François Pinault

Nascido em 1936, o francês François Pinault abandonou a escola aos 11 anos. Ele trocou as salas de aula pela serraria de seu pai. A Forbes diz que ele abandonou os estudos por conta do bullying que sofria dos colegas.

Nos anos 1960, ele fundou a Pinault Company - empresa que após diversos movimentos de mercado viria a se tornar a holding Kering, cuja especialidade é de artigos de luxo.

O bilionário e sua família tem um patrimônio de US$ 33,5 bilhões, segundo a Forbes. Aos 83 anos, ele é atualmente o trigésimo homem mais rico do mundo.

Amancio Ortega

O espanhol Amancio Ortega abandonou a escola aos 12 anos. À época ele encontrou emprego em uma camisaria chamada Gala. Anos mais tarde, em 1963, conseguiu iniciar um negócio próprio focado na produção de roupões para mulheres.

Chamado de Goa Confecciones, o empreendimento contava com a parceria de seus dois irmãos e da sua primeira esposa, Rosalia Mera. A iniciativa foi como o nascimento de muitos pequenos negócios: começou em uma garagem de 80 metros quadrados.

Mais de uma década depois foi inaugurada a primeira loja da Zara. Hoje, o executivo tem uma fortuna avaliada em US$ 69,5 bilhões. Ele é o sexto homem mais rico do mundo, de acordo com a Forbes.

No entanto, o bilionário ainda conserva hábitos humildes: almoça regularmente no refeitório da empresa, gosta de criar galinhas em sua casa de campo e evita aparições públicas.

Amancio Ortega, dono da Zara
Amancio Ortega, dono da Zara, é um dos homens mais ricos do mundo - Imagem: Shutterstock

Zhou Qunfei

A chinesa Zhou Qunfei abandonou o ensino médio aos 16 anos para trabalhar em uma fábrica de lentes de relógio. Frequentando aulas de contabilidade à noite, ela economizou o equivalente a US$ 2,5 mil e, com isso, abriu sua própria empresa de lentes de relógio, dirigida por ela e seus familiares.

Hoje Qunfei é CEO da Lens Technology, fabricante de vidro para marcas como Apple, Samsung e Tesla. Em 2015, a companhia abriu capital e só a participação da empresaria era o equivalente a US$ 7,2 bilhões, segundo o New York Times.

Jay-Z

Marido da Beyonce, o rapper americano Jay-Z é considerado, desde junho deste ano, o primeiro bilionário do hip-hop a entrar na lista da Forbes. A fortuna dele hoje é avaliada em US$ 1 bilhão, segundo a publicação americana.

O detalhe é que Jay-Z nunca se formou no ensino médio. Aos 49 anos, ele acumulou uma fortuna que, se num primeiro momento era baseada no seu trabalho com a arte, hoje está diluída em investimentos na área bebidas, imóveis e companhias como Uber.

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