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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Buscando competitividade

BB estuda criação de corretora em parceria com bancos estrangeiros

Instituição quer reforçar sua estrutura de mercados de capitais além de separar o banco de investimentos do restante da operação

22 de outubro de 2018
6:49 - atualizado às 14:14
Brasília - Agência do Banco do Brasil - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Banco do Brasil vem negociando com corretoras e bancos estrangeiros a criação de uma corretora de investimentos. A informação foi publicada pelo colunista Lauro Jardim, de "O Globo", e confirmada pelo "Estado de S. Paulo" desta segunda-feira, 22.

Com isso, a instituição quer reforçar sua estrutura de mercados de capitais além de separar o banco de investimentos do restante da operação, ainda segundo o jornal. A estatal nunca teve uma corretora de valores mobiliários. Os concorrentes já mantêm operações independentes: o Bradesco tem o BBI e o Itaú Unibanco, o BBA.

Estariam entre os possíveis parceiros internacionais o suíço UBS e os norte-americanos Citibank e Goldman Sachs.

Questões burocráticas

Essa iniciativa esbarra, no entanto, em questões burocráticas, como a possibilidade de usar uma estrutura de cargos e salários diferente da adotada no BB, o que exigiria aval do Tribunal de Contas da União (TCU). Isso pode justificar inclusive, segundo um dos executivos ouvidos, o avanço da segunda opção, que é criar uma corretora em sociedade com um banco estrangeiro.

A ideia da atual gestão do BB era reforçar a estrutura de mercado de capitais do banco até dezembro, antes do próximo governo assumir, o que poderia levar a uma mudança no time da instituição, já que o presidente da República é responsável por nomear a alta cúpula de empresas estatais.

Procuradas, as instituições não comentaram o assunto.

*Com Estadão Conteúdo

 

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