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2019-09-19T12:31:07+00:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Startup

Airbnb quer se hospedar na bolsa e anuncia planos para oferta de ações em 2020

Empresa que conecta usuários interessados em alugar apartamentos ou quartos por temporada com os proprietários foi avaliada em mais de US$ 30 bilhões

19 de setembro de 2019
12:31
airbnb
Imagem: Divulgação

O Airbnb, empresa de aluguel online de imóveis por temporada, quer se hospedar na bolsa. A startup anunciou nesta quinta-feira os planos de ter ações listadas no mercado em 2020.

A notícia já leva o mercado a estimar qual será o valor do Airbnb no futuro IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações). Na última rodada de captação, a startup foi avaliada em pouco mais de US$ 30 bilhões (R$ 124 bilhões no câmbio de hoje), segundo informações da Bloomberg.

O Airbnb conecta usuários interessados em alugar apartamentos ou quartos por temporada com os proprietários. A receita da empresa vem de uma taxa cobrada por transação.

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A startup foi criada na cidade norte-americana de San Francisco por Brian Chesky e Joe Gebbia, que começaram alugando um espaço no próprio imóvel cobrando uma diária de US$ 80.

Assim como outras startups nascidas na era dos smartphones, o Airbnb atua na fronteira da regulação. Enquanto o Uber, por exemplo, enfrentou a ira dos motoristas de táxi nas cidades onde passou a atuar, a briga da empresa é com os hotéis.

A startup já opera em várias cidades, mas ainda enfrenta resistência em grandes centros, como Nova York.

O Airbnb terá de enfrentar ainda o ceticismo dos investidores de bolsa, que perderam dinheiro ao investir em outras startups promissoras que abriram o capital neste ano, como Uber e Lyft. Essa desconfiança inclusive levou a empresa de escritórios compartilhados WeWork a adiar os planos de IPO, que estava previsto para este mês.

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