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A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
O mercado financeiro sempre viu o dólar e as ações do setor de tecnologia como aquele casal que vive em casas separadas para manter a harmonia da relação: quando o risco subia e as bolsas caíam, a moeda norte-americana era o porto seguro onde todos buscavam refúgio.
Mas, em 2026, esse relacionamento mudou de configuração por causa da inteligência artificial (IA). Segundo um alerta do Deutsche Bank, o dólar e as ações de tecnologia agora vivem um casamento de comunhão total de bens — e o problema é que, se a bolha da IA estourar, a separação promete ser litigiosa e levar boa parte do patrimônio de muito investidor por aí.
Em outras palavras, segundo o banco alemão, a correlação histórica entre a aversão ao risco e o fortalecimento do dólar está enfraquecendo.
George Saravelos, chefe global de pesquisa cambial do Deustche Bank, destacou que a extrema concentração de valor em gigantes de tecnologia ligadas à IA tornou a moeda norte-americana mais suscetível à volatilidade do setor.
Historicamente, quando o mercado de ações global caía, investidores corriam para o dólar em busca de proteção. No entanto, com o mercado de ações dos EUA agora tão intrinsecamente ligado ao sucesso — ou fracasso — das teses de IA, qualquer correção nesse setor específico acaba pesando diretamente sobre a moeda.
"O dólar não está mais agindo como um hedge puro contra a volatilidade das ações", afirmou Saravelos. "Pelo contrário, estamos vendo episódios em que as ações de tecnologia caem e o dólar as acompanha, à medida que os fluxos de capital internacional saem dos ativos norte-americanos."
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O relatório aponta que a capitalização de mercado das empresas de IA nos EUA atingiu níveis que tornam a economia norte-americana "pesada demais no topo".
Se o ceticismo sobre o retorno real dos investimentos em IA continuar a crescer, o impacto no dólar poderá ser estrutural.
Além dos riscos tecnológicos, o Deutsche Bank mencionou que as incertezas geopolíticas e as políticas tarifárias recentes também têm contribuído para que investidores busquem alternativas, como o ouro e o iene, em vez de apostarem todas as fichas no dólar.
A análise sugere que, embora o dólar continue sendo a principal moeda de reserva do mundo devido à liquidez insuperável dos títulos do Tesouro dos EUA, sua aura de invencibilidade em períodos de estresse financeiro está diminuindo.
Para o Deutsche Bank, o mercado entrou em uma nova fase na qual a saúde tecnológica do Vale do Silício é agora tão importante para a força do dólar quanto as decisões de taxas de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
*Com informações da CNBC
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