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Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
Enquanto Donald Trump se ocupa em medir o tamanho das novas tarifas alfandegárias para o mundo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu buscar elementos mais raros para a sua vitrine diplomática. Literalmente.
Neste sábado (21), em Nova Délhi, Brasil e Índia assinaram um acordo de entendimento sobre terras raras e minerais críticos. O movimento é uma resposta direta à promessa de protecionismo da nova gestão republicana nos EUA, atingindo em cheio uma área de extrema sensibilidade para a tecnologia e a defesa norte-americana.
O Brasil, que detém as segundas maiores reservas mundiais desses minerais — essenciais para tudo, de mísseis guiados a smartphones —, encontrou na Índia o parceiro ideal para reduzir a dependência da China e, de quebra, mandar um recado para Washington.
Lula não economizou nas palavras ao classificar a aliança como uma "resposta ao unilateralismo comercial". Para o petista, o aperto de mãos com o primeiro-ministro Narendra Modi é o encontro da "farmácia com o celeiro do mundo".
"Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje", afirmou o presidente brasileiro.
Embora os detalhes técnicos da resolução ainda não tenham sido divulgados, o significado geopolítico está claro: o fortalecimento do Sul Global.
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Modi classificou o passo como fundamental para a construção de "cadeias de suprimentos resilientes", enquanto Lula destacou que o cenário global turbulento exige que os países "aprofundem seu diálogo".
Além dos minerais que fazem os olhos do setor de tecnologia brilhar, o pacote de acordos incluiu:
Otimista com a velocidade da aproximação entre Brasil e Índia — o fluxo comercial superou US$ 15 bilhões em 2025, uma alta de 25% sobre 2024 —, Lula já quer subir a barra.
Se a meta anterior era chegar aos US$ 20 bilhões no comércio entre os dois países em cinco anos, o petista agora fala em US$ 30 bilhões.
Enquanto as potências do Norte se fecham em tarifas, o Brasil parece ter encontrado no Oriente o caminho para não ficar isolado.
Como resumiu Lula: " Não há possibilidade de desenvolvimento sustentável e justo em um mundo conflagrado".
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