🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

TODO CUIDADO É POUCO

Enxurrada de dólares esconde gargalos no Brasil e na América Latina. Fitch diz para onde o investidor deve olhar em ano de eleição 

As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos

Carolina Gama
28 de janeiro de 2026
14:31 - atualizado às 15:46
Imagem criada por IA traz um mapa da América Latina, com uma lupa sobre ele e notas de dólares caindo do céu
Imagem criada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT

Os mercados emergentes estão voando. Foi assim que um gestor definiu nesta semana a entrada de capital estrangeiro em países como o Brasil, a Colômbia e o Chile. A grande questão, segundo a Fitch Ratings, é que essa enxurrada de dólares esconde gargalos, especialmente na América Latina.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, os números falam por si. Em janeiro, até aqui, a bolsa da Colômbia subiu 24% em dólar, enquanto a do Brasil avançou 15%, a do Chile, 14%, e a do México, 10%. Por sua vez, o S&P 500 — índice amplo de Nova York — ganhou apenas 1%.   

Esse desempenho é, em boa parte, impulsionado pelas políticas de Donald Trump, que têm forçado investidores a buscar outros mercados para colocar seus recursos e alternativas ao dólar.  

O problema é que nem tudo que reluz, é ouro. Países como Brasil, Colômbia e Peru têm eleições presidenciais e legislativas pela frente e lidam com desajustes fiscais importantes, que podem comprometer a estabilidade e o crescimento econômico.  

De olho nesse cenário, a Fitch Rating fez uma lista de prós e contras dos principais mercados da América Latina, e o Seu Dinheiro destaca, a partir de agora, tudo o que você precisa saber para investir bem na região.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma geral na América Latina 

De maneira geral, para a Fitch, a resiliência macrofinanceira da América Latina à política dos EUA tem sido um contraste notável com o passado. No entanto, a agência chama atenção para o fato de a política norte-americana, especialmente no que diz respeito a tarifas e comércio, permanecer uma incerteza significativa para a região.  

Leia Também

“Esperamos que a América Latina saia de um crescimento de 2,2% em 2025 para 2,5% em 2026. Bolívia e México devem ser os países com o crescimento mais fraco. O Brasil deve ter uma expansão abaixo da média da região, enquanto o Chile está no grupo de países que devem crescer na casa de 3%”, disse Shelly Shetty, diretora-gerente da Fitch, durante webinar nesta quarta-feira (28).  

Mais cedo, a agência de classificação de risco manteve uma perspectiva de crédito neutra para a América Latina em 2026, com os principais indicadores de desempenho dos ativos permanecendo em grande parte inalterados em relação a 2025. 

A Fitch destaca que a resiliência do crédito na região será sustentada por condições econômicas suficientes para apoiar a maioria dos setores. Para os bancos, a perspectiva é que incorporem um crescimento moderado do crédito, capital sólido e liquidez abundante. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 Já as instituições financeiras não bancárias têm liquidez relativamente bem gerenciadas, com a maioria das perspectivas “neutras”, refletindo juros mais baixos, que deveriam aliviar os custos de financiamento.  

A Fitch destaca que a inflação moderada e juros mais baixos também devem beneficiar as seguradoras da região. 

O caso que mais merece atenção é o México, cuja tarifa efetiva dos EUA subiu para 5,8% de praticamente zero.  

Por conta disso, a agência atribuiu aos bancos, seguradoras, empresas de financiamento e leasing, e sub-setores de financiamento estruturado no México perspectivas de deterioração. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 “O desafiador ambiente político e regulatório do México, a partir da revisão pendente do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (USMCA), aumentou os riscos e incertezas em vários setores”, diz a Fitch.  

Leia também:

Os prós e contras dos países da América Latina 

Antes de mergulhar de cabeça nas bolsas latinas, é importante saber o que o investidor deve esperar em 2026. Com base na avaliação da Fitch, aqui estão os ventos favoráveis e os ventos contrários que devem soprar sobre os principais países da região.  

  • Brasil 

A questão fiscal é o que deve ditar o ritmo da economia e dos mercados daqui para frente.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com Todd Martinez, co-chefe de ratings soberanos da Fitch Ratings para as Américas, para estabilizar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e superar o risco fiscal, o próximo governo brasileiro precisa fazer um ajuste fiscal muito mais agressivo do que o visto até agora. 

 “Não importa qual seja o resultado da eleição, provavelmente o ajuste fiscal terá que vir muito mais do lado das despesas, já que a capacidade política para um aumento adicional de receitas parece limitada”, disse Martinez durante o webinar. 

A Fitch considera que um candidato de direita possa ser mais ambicioso em termos de contenção de gastos, mas enfatiza que não vê a situação como binária.  

Martinez relembra que o governo Luiz Inácio Lula da Silva levou medidas de corte de gastos para o Congresso em 2024. “Então vemos que, não importa qual seja o resultado da eleição, haverá esforços para melhorar a situação fiscal.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste sentido, ele afirma que o resultado da eleição pode determinar a estratégia e a comunicação, que devem importar muito para os investidores.  

“Se o governo adotar uma abordagem improvisada para a consolidação fiscal e assumir um crescimento irrealista, isso vai manter as taxas de juros reais altas. Mas se houver uma estratégia boa, pode obter um benefício real imediato com a redução das taxas de juros reais e nominais”, afirma. 

  • México 

A boa notícia no México é que houve uma consolidação fiscal inicial em 2025 e a má notícia é que não está totalmente claro se o país conseguirá mantê-la, segundo Martinez. 

O especialista da Fitch pondera que os juros do México estão menores, porém a produção de petróleo em declínio está começando a pesar sobre as receitas e há uma pressão maior por gastos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Martinez afirma que o governo mexicano indicou no Orçamento de 2026 que quer aumentar os investimentos, em vez de diminuí-los, o que pode ser um ponto de pressão adicional.  

“Não vemos isso como um risco iminente para o rating, mas é algo que nos mantêm atentos”, disse. 

  • Argentina 

As eleições de meio de mandato foram determinantes para a Argentina, de acordo com a Fitch. 

Apesar da derrota nas eleições da província de Buenos Aires em setembro, escândalos de corrupção e uma crise econômica que exigiu a ajuda de Trump, o presidente da Argentina, Javier Milei, foi considerado o grande vitorioso das eleições legislativas de outubro do ano passado.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas nem tudo são flores para os hermanos. “Ainda há muita pressão sobre as reservas do banco central argentino e sobre os juros, o que mostra que, apesar da melhora do quadro fiscal da Argentina, o país ainda tem muitas fragilidades”, disse Martinez.  

Ele reconhece que o governo Milei tem feito um bom trabalho com relação ao câmbio e às reservas.  

A política de reserva de Milei para este ano foca na reconstrução de reservas internacionais e flexibilização gradual do câmbio. Desde 1º de janeiro, as bandas cambiais se ajustam mensalmente pela inflação, e o Banco Central visa acumular US$ 10 bilhões em reservas.  

“Estão fazendo um bom trabalho na compra de reservas. Se continuarem a acumularem reservas é um bom gatilho porque significa que a Argentina vai conseguir voltar a ter bom acesso ao mercado e vai renegociar dívidas em condições melhores”, afirma Martinez.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Colômbia 

A Fitch rebaixou o rating da Colômbia de BB+ para BB em dezembro do ano passado e não vê melhoras significativas para o país no curto prazo.  

“A Colômbia sofre com elevado déficit fiscal há pelo menos cinco anos e entendemos que as medidas para corrigir esse buraco não estão sendo implementadas. O governo até adotou algumas medidas por decreto, mas esperamos mais um ano de déficit em 2026”, disse Richard Francis, co-chefe de ratings soberanos da Fitch Ratings para as Américas, durante o webinar desta quarta-feira (28).  

Segundo ele, o ambiente na Colômbia vem se deteriorando cada vez mais. “As expectativas de inflação aumentaram muito, o que deve levar o banco central a subir juros. Isso tende a pesar sobre a demanda doméstica e, por consequência, no crescimento econômico”, afirma.  

Nem mesmo as eleições podem ajudar a mudar o quadro por agora. “Não achamos que um novo governo conseguirá implementar medidas na velocidade adequada para lidar com essas questões”.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A boa notícia é que, segundo Francis, a Colômbia é o mais que mais deve se beneficiar de uma possível abertura de mercado na Venezuela, após a invasão dos EUA.  

“A Colômbia era o país que mais exportava para a Venezuela antes de toda a questão das sanções, se esse comércio for retomado, está em posição para ser o país mais beneficiado”, acrescentou.  

  • Peru 

Para a Fitch, a questão política é o maior desafio do país. Ainda assim, a previsão é de que a economia peruana cresça na casa dos 3% em 2026, em linha do que foi em 2025.  

“O problema do Peru é que tivemos sete presidentes em oito anos, o que mostra como o sistema político do país é instável. É um sistema fraco, fragmentado, que prioriza indivíduos e não partidos”, disse Francis.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar, commodities e emergentes: a melhor estratégia para investir além do Brasil em 2026

Eleição no Brasil, na Colômbia e no Peru: o efeito sobre as empresas 

Segundo a Fitch, a América Latina também entra em 2026 de olho em riscos políticos relevantes, com eleições no Brasil, na Colômbia e no Peru.  

Segundo o gerente de portfólio da Fitch, Greg Magnuson, no Brasil a taxa de juros permanece em patamar elevado, o que continua a desestimular investimentos produtivos e pressiona a geração de caixa das empresas.  

Apesar de margens ainda resilientes em termos agregados, o fluxo de caixa livre segue negativo em parte relevante do portfólio corporativo, especialmente no Brasil e na Colômbia. 

Outro ponto de atenção destacado pela agência é o risco no setor de utilities, que concentra cerca de 45% do portfólio avaliado na região.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil e na Colômbia, há preocupação com episódios de curtailment (cortes forçados na geração de energia) e incertezas sobre os mecanismos de compensação.  

No caso colombiano, somam-se dúvidas regulatórias que podem afetar a previsibilidade de receitas, aumentando a vulnerabilidade do setor em um ambiente já pressionado por juros altos e inflação persistente. 

O ambiente político também adiciona volatilidade. Embora o Peru tenha apresentado maior estabilidade econômica e institucional nos últimos anos, Brasil e Colômbia seguem mais expostos a mudanças de política econômica e fiscal, o que pode impactar o custo de capital e o apetite dos investidores. 

A agência ainda chama atenção para o fato de as questões de governança corporativa terem ganhado um peso adicional após casos recentes envolvendo empresas como Ambipar Braskem, além do episódio relacionado ao Banco Master.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Fitch, cerca de 20% do portfólio analisado inclui companhias com posições de liquidez insuficientes para cobrir mais de 10% das dívidas de curto prazo, com maior concentração de risco entre emissores de escala nacional. 

A agência avalia que esse contexto, somado às eleições e às incertezas regulatórias, pode trazer volatilidade adicional aos mercados financeiros e de capitais, afetando tanto o custo de financiamento quanto a confiança dos investidores ao longo de 2026. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar