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Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Enquanto os corredores da residência presidencial de Olivos costumam ser palco de decisões fechadas na Argentina, as análises de Juan Carlos De Pablo oferecem uma rara janela para o pensamento que circula no entorno de Javier Milei.
Frequentador habitual da quinta presidencial e amigo pessoal do presidente argentino, o economista traz uma leitura heterodoxa sobre o atual cenário no país vizinho, desafiando o consenso de seus pares, especialmente no que diz respeito à calmaria do mercado de câmbio.
Com o dólar oficial encerrando a última semana em 1.399 pesos, De Pablo descarta a tese de que o Banco Central da República Argentina (BCRA) esteja sofrendo para sustentar o preço da moeda.
Pelo contrário: para ele, a autoridade monetária atua como uma contenção para evitar que o peso se valorize demais.
"A primeira explicação que vocês têm hoje para a compra de reservas pelo Banco Central é evitar quedas maiores", afirmou De Pablo em entrevista à rádio La Voz.
Segundo ele, o BCRA funciona como uma barreira diante de uma oferta abundante de divisas vinda de três frentes: a liquidação histórica de exportações, a entrada de capital de investidores e um novo componente político-financeiro.
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Sobre este último, De Pablo destaca a participação das províncias na emissão de títulos vinculados ao câmbio oficial.
"É por isso que me parece que, nos movimentos recentes, a emissão de títulos dólar-linked também aumentou", afirmou.
Se a proximidade com Milei garante trânsito livre, não isenta De Pablo de questionar os enigmas da gestão.
O economista demonstrou cautela ao avaliar se o dólar baixo é o remédio definitivo contra a carestia. "Não parece ajudar muito, mas é um dos resultados", afirmu.
Utilizando uma analogia com a série Dr. House, ele descreveu a inflação argentina como um caso médico de difícil diagnóstico.
"Temos um paciente, temos esses sintomas, qual poderia ser a razão disso? [...] O governo diz: não estou emitindo e o dólar está caindo. É uma questão complicada", disse.
De Pablo evitou projeções detalhadas e criticou colegas que tentam prever o futuro com precisão matemática: "Eu não faço previsões. E zombo publicamente daqueles que fazem previsões decimais".
Sobre a atividade econômica, que apresenta estagnação nos últimos cinco meses segundo dados oficiais, o conselheiro informal de Milei pregou o pragmatismo.
Para ele, o setor produtivo é heterogêneo e a recuperação não virá de promessas eleitorais, mas da ação individual.
De Pablo rejeita análises macroeconômicas frias, focadas apenas em setores ou regiões.
Para ele, a economia é feita de pessoas. "Existem seres humanos comprando, vendendo, tomando decisões e arriscando todos os dias."
*Com informações do Ámbito Financiero
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