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As ambições chinesas na Lua vão além de apenas deixar pegadas no satélite; elas incluem a impressão de tijolos em 3D que sirvam para construir uma base no satélite
Os mistérios do lado ‘escuro’ da Lua intrigam desde cientistas até artistas. Inspiraram inclusive o maior sucesso da banda britânica Pink Floyd. Você pode até nunca ter ouvido, mas com certeza já viu a capa do álbum The Dark Side of The Moon por aí. Agora, quem está explorando a parte oculta do satélite natural da Terra é a China.
A Agência Espacial Nacional da China (CNSA) anunciou que uma equipe de pesquisa detectou a presença de duas substâncias com potencial de transformar a disputa high-tech entre chineses e norte-americanos: os nanotubos de carbono de parede única e o carbono grafítico, ambos formados naturalmente.
Os nanotubos de carbono de parede única são peça-chave na corrida tecnológica. Eles são capazes de transmitir a eletricidade de uma forma até mil vezes mais eficiente que o fio de cobre.
Além disso, como possuem propriedades de semicondutores, podem ser usados em circuitos eletrônicos, substituindo os chips de silício atuais.
Porém, os nanotubos de carbono de parede única são raros na superfície terrestre. A descoberta, feita por meio de análises de amostras do solo da Lua coletadas pela sonda lunar Chang'e 6, revela que essas estruturas podem surgir naturalmente por lá.
A CNSA descreveu a mais recente descoberta como uma "façanha sem precedentes na exploração lunar humana". A agência da China também acrescentou que a missão Chang'e 6 envolveu "muitas inovações de engenharia, altos riscos e grandes dificuldades", especialmente as baixas temperaturas no lado 'escuro’ da Lua.
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Embora tenha se popularizado como o lado ‘escuro’, essa parte da Lua é, sim, iluminada pelo Sol. O que acontece, na verdade, é que, da Terra, não é possível ver um lado do satélite, já que os movimentos de rotação e translação da Lua estão sincronizados com os do nosso planeta.
Ou seja, ao mesmo tempo que a Lua conclui uma volta ao redor da Terra, ela também conclui uma volta ao redor de si mesma, assim, a mesma face da Lua está sempre voltada para nós.
Mesmo que o Sol bata por lá, o lado oculto do satélite não deixa de ser misterioso. Enviar uma nave espacial e pousar lá é arriscado, porque é muito difícil se comunicar com ela uma vez que atravessa para o lado oculto. Ao chegar à face 'escura’ da Lua, o veículo fica sem sinal.
"Como não podemos nos comunicar diretamente com o lado oculto a partir da Terra, outra nave espacial tem que entrar em órbita ao redor da Lua para transmitir os comandos do centro de controle e receber os dados", explicou Martin Barstow, professor da Universidade de Leicester, no Reino Unido, ao jornal britânico The Guardian.
Em janeiro de 2022, a China já havia divulgado descobertas de cientistas em relação à face oculta do satélite.
Através da análise de informações coletadas pela sonda Yutu-2, parte de uma outra missão chinesa, foi constatado que a superfície no lado ‘escuro’ da Lua tem aspecto grudento, é ainda mais fria do que se imaginava até então e possui crateras mais recentes do que as do lado visível da Terra.
Mais de 50 anos depois da primeira viagem do homem à Lua, a agência espacial dos Estados Unidos, a NASA, quer colocar astronautas na órbita do satélite de novo. A missão Artemis II, que estava prevista para 6 de fevereiro, foi adiada para março, mas ainda sem uma data específica de lançamento.
Enquanto os Estados Unidos planejam orbitar a Lua de novo, a China vem fazendo uma série de expedições e descobertas por lá.
Além do entusiasmo pela pesquisa científica, as missões da CNSA também revelam as ambições da China, que anunciou no ano passado planos para lançar sua primeira missão lunar tripulada até 2030.
A ideia do país asiático é levar à Lua dois astronautas que, horas depois, vão se juntar a um colega em órbita. Porém, a China não está considerando uma mera presença de curto prazo, fincando bandeiras e deixando pegadas na Lua como os norte-americanos fizeram.
A ambição chinesa é mais voltada para a colonização do satélite. O país quer lançar missões para experimentos com solo lunar, com o objetivo de imprimir tijolos em 3D que sirvam para construir uma base na Lua.
*Com informações da BBC News e CNN.
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