🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Equipe Trends

Tecnologia

A estranha relação entre Warren Buffet, uma escada rolante, o ‘profeta’ da crise de 2008 e a bolha de inteligência artificial

O ‘profeta’ da crise de 2008, Michael Burry, faz alerta sobre a bolha da inteligência artificial (IA) e justifica com história de Buffett

Equipe Trends
2 de fevereiro de 2026
10:47
O megainvestidor Warren Buffett
O megainvestidor Warren Buffett. - Imagem: Wikimedia Commons

O investidor Michael Burry, conhecido por sua “profecia” sobre a crise de 2008, tem mais uma aposta na mesa, dessa vez sobre o setor de inteligência artificial. Após prever e lucrar com o estouro da bolha de hipotecas dos Estados Unidos, ele volta a alertar sobre distorções financeiras, de olho no mercado das big techs.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um debate com o cofundador da Anthropic, Jack Clark e o podcaster Dwarkesh Patel, Burry afirmou que empresas como a Microsoft Alphabet estão desperdiçando trilhões em chips e data centers que estão no caminho para a obsolescência, considerando a crescente pressão competitiva sem que os retornos estejam claros.

Burry sustenta seu argumento em uma situação envolvendo Warren Buffett e uma escada rolante.

Nos anos 1960, o “Oráculo de Omaha” adquiriu a loja de departamentos Hochschild-Kohn e instalou nela uma escada rolante. Warren Buffett tomou a decisão apenas porque um concorrente estabelecido do lado oposto da rua tinha uma escada rolante.

O resultado, como destaca o investidor, é que nenhuma das lojas se beneficiou, não houve melhora durável de margem ou custo, ambos permaneceram no mesmo lugar. “É assim que a maioria das implementações de IA vai terminar”, defende Burry.

"É por isso que gastos na ordem dos trilhões de dólares, sem um caminho claro para sua utilização pela economia real, são tão preocupantes. A maioria não se beneficiará, porque seus concorrentes se beneficiarão na mesma medida, e nenhum dos dois terá vantagem competitiva por causa disso", coloca o investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após um período de euforia pelos avanços com IA e impactos nas ações das gigantes de tecnologia, Burry vê o cenário mudando, com os custos reais e a falta de receitas dando as caras.  

Leia Também

A atual previsão de Burry é de uma queda ou estagnação no emprego tecnológico ao longo dos próximos anos, como efeito de um longo período de desaceleração. 

Bolha de IA

A bolha de IA se refere aos intensos gastos das big techs e dúvidas sobre o retorno real sobre os investimentos. Estão na mesa questões sobre o uso, os custos de desenvolvimento e a pressão nas margens das companhias.

Para Burry a Nvidia e a Palantir são os "cartazes" da bolha de inteligência artificial. Ele defende que essas empresas apenas usufruíram da estrutura que já detinham, no entanto, não têm garantias de sustentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as surpresas que poderiam levar a uma recalibração da visão geral sobre a IA estaria a substituição de milhões de empregos nas maiores empresas por agentes de IA autônomos. Isso, segundo Burry, seria chocante, mas ainda assim não necessariamente levaria a compreensão de onde está a vantagem competitiva duradoura.

Outro fator seria a receita da camada de aplicação atingir US$ 500 bilhões ou mais devido à proliferação de aplicativos essenciais.

Para ele, as maiores surpresas no momento são o Google não ter liderado o processo o tempo todo, o ChatGPT impulsionando uma corrida de infraestrutura multibilionária e a dominância da Nvidia até agora na era da inferência.

Quem é Michael Burry? 

Michael Burry é um médico norte-americano, natural da Califórnia, investidor e gestor de fundos de hedge. Ele ficou conhecido por prever — e lucrar —com a crise do subprime, que teve início em 2007 e estourou em 2008. O episódio marcou a história recente do mercado de capitais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao menos dois anos antes da crise, o investidor notou a fragilidade dos títulos lastreados em dívidas imobiliárias subprime. Diante disso, apostou contra os papéis e fez uma fortuna com a concretização do colapso que anteviu, enquanto instituição financeiras tradicionais sofreram severos impactos.

A história do investidor se tornou emblemática com o relato da crise das hipotecas no livro "A Jogada do Século: A História do Colapso Financeiro de 2008", de Michael Lewis, e no filme "A Grande Aposta", que chegou a vencer o Oscar de melhor roteiro adaptado, além de receber outras indicações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar