O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso
Nem a cerveja aguenta um dólar alto. A Ambev (ABEV3) afirmou que uma possível valorização da moeda norte-americana pode aumentar suas despesas e custos operacionais, além da capacidade de cumprir obrigações em moeda estrangeira. As informações são de um formulário 20-F divulgado nesta terça-feira (4).
A empresa ressaltou ainda que a volatilidade da divisa “teve um impacto notável” sobre a estrutura de custos dos últimos anos, já que, além de ter parte da dívida em moedas de outros países, uma parcela relevante dos seus custos de produção também está vinculada ao dólar.
Essa instabilidade não é decorrente apenas do conflito atual no Oriente Médio, mas sim do histórico dos últimos anos.
O formulário 20-F é um documento produzido por empresas brasileiras listadas em bolsas dos Estados Unidos, ou que oferecem American Depositary Receipts (ADRs, equivalentes a BDRs no Brasil, e que representam papéis brasileiros negociados lá fora). A Ambev se enquadra no segundo caso, como ABEV na bolsa de Nova York (NYSE).
Outro dado importante para a Ambev veio de relatório do Goldman Sachs. De acordo com a instituição, a escalada do conflito, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz, tem potencial para pressionar os preços do alumínio a depender da duração da guerra.
O Irã e os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) produzem cerca de 9% de todo o alumínio primário do mundo – ou algo em torno de 20% da produção global, se a China for excluída da conta.
Leia Também
Os analistas do Goldman destacam que os maiores riscos estão na possível interrupção das capacidades de exportação e do acesso às matérias-primas do alumínio via Estreito de Ormuz.
O relatório não menciona a fabricante de cervejas, mas a commodity metálica é importante para a produção de boa parte das embalagens da Ambev.
A Ambev já tem lidado com outros desafios no mercado, como a queda no consumo de bebidas alcóolicas, aponta relatório da XP. O texto detalha que esse movimento é impulsionado por gerações mais jovens, que consomem menos álcool e priorizam saúde e bem-estar.
Além disso, o avanço no uso de medicamentos à base de GLP-1, usados para emagrecimento e diabetes, reduzem significativamente o consumo de bebidas alcoólicas.
Como se não bastasse, o último inverno foi mais rigoroso no sul e sudeste do Brasil, principalmente se comparado a 2023 e 2024, quando a estação foi a mais quente já registrada na região, o que acabou afetando os resultados da Ambev no período.
Na época, o BTG já destacava Heineken e Petrópolis perseguindo a concorrente em aumento de volumes, que era mais uma pressão para a empresa.
*Com informações do Money Times
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa